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Big Brother All Stars Diogo Marcelino arrasa romance com Joana e fala do passado com as drogas que insiste em persegui-lo

05 de Outubro de 2026 às 20:06
O ex-concorrente do Big Brother All Stars assume que sentiu a falta da nova namorada dentro da casa, critica as insinuações sobre Joana Albuquerque e reage ao regresso de um dos capítulos mais difíceis da sua vida
Texto Hugo Alves

Diogo Marcelino garante que saiu do 'Big Brother All Stars' sem mágoas. Cá fora esperava-o Ana, a nova namorada, com quem mantém uma relação há cerca de quatro meses, e que acabou por tornar a despedida da casa mais fácil. "Cheguei cá fora e a minha namorada (Ana) e a minha mãe (Juca) disseram-me que tinham muito orgulho em mim. Fui muito feliz lá dentro. Estive lá o tempo que tinha de estar, mas não tinha deixado teams organizadas e, nos tempos de hoje... eu sou old school. E estou cá fora e está tudo bem", afirma.

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Veterano dos reality shows, Diogo admite, contudo, que esta experiência teve um impacto emocional diferente das anteriores. Apesar de a relação ser recente, sentiu bastante a ausência da companheira nos primeiros dias. "Tive uma grande quebra porque estava habituado a estar com ela e não poder abraçá-la foi duro. A Jéssica (Maria) apoiou-me. Eu desfiz-me a chorar feito Maria Madalena", recorda.

Menos satisfeito ficou com as tentativas de criar uma aproximação amorosa entre si e Joana Albuquerque. "Eu até tinha mais proximidade com a Ana (Sousa). E com isso nunca criaram nada. Achei o que fizeram uma desconsideração. Senti que me menosprezaram. O Diogo evoluiu. O tempo passa, nós crescemos e hoje temos um Diogo que é fiel, que dorme de cabeça descansada. E eles achavam que eu ainda era o outro Diogo..."

Outro momento de que não gostou, aconteceu quando o seu passado ligado ao consumo de drogas voltou a ser tema dentro da casa, numa referência a acontecimentos de há mais de uma década. "Eu estava preparado para isso. Já sabia que ia encontrar os melhores dos melhores. E o Francisco (Monteiro) usou essa história. Estava psicologicamente inabalável quanto a isso. Hoje não é uma coisa que me afete. Não me ia desestabilizar. Mas não fazia sentido usar isso no jogo como ataque", afirma.

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O 'Leão de Sesimbra' faz ainda questão de esclarecer que o problema apenas lhe causou danos a si próprio. "Não fiz mal a ninguém com o meu problema, a não ser a mim mesmo", sublinha. Diogo recorda ainda o trabalho que desenvolveu no passado junto de jovens, participando em ações de sensibilização sobre os perigos da droga.

"Infelizmente deixei de o fazer. Não porque quis, mas porque o formador mudou. A experiência que tive foi muito positiva. E ele também achava. O facto de eu estar ali ao lado deles, a falar da minha experiência e de como afetou a minha vida, acabava por tornar tudo diferente. O feedback que tinha do formador era bom porque os miúdos, de repente, prestavam atenção."

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