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José Mourinho com Silvino Louro
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José Mourinho com Silvino Louro
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José Mourinho com Silvino Louro
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José Mourinho com Silvino Louro e André
Foto: José Moreira/Record
José Mourinho com Silvino Louro
Foto: Record
José Mourinho com Silvino Louro

Estrelas José Mourinho chora morte de Silvino, seu ex-adjunto: a mágoa que os separou antes de voltarem a ser "melhores amigos"

19 de Março de 2026 às 18:17
Treinador do Benfica perdeu, nesta quinta-feira, uma das pessoas que lhe foram mais próximas no futebol, horas depois de ter sido divulgada entrevista em que enaltecia essa amizade

Morreu, nesta quinta-feira, 19 de março, e aos 67 anos, Silvino Louro, antigo guarda-redes do Benfica e do FC Porto, e adjunto de José Mourinho durante 17 anos em vários clubes, entre os quais, os dragões, Real Madrid e Manchester United, numa perda que deixou o futebol português mais pobre. O ex-internacional português não resistiu a uma doença prolongada, segundo relata a imprensa desportiva.

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Esta notícia surgiu poucas horas depois de ter sido divulgada uma entrevista de Mourinho a Rui Miguel Tovar na rádio Renascença, em que o atual treinador do Benfica sublinhou a relação de amizade que os unia. "Um dos meus melhores amigos, daqueles por quem faço tudo, é o Silvino, uma pessoa verdadeiramente fantástica", contou o setubalense.

Nesta mesma conversa, o 'Special One' revelou que Silvino havia muito sofrido com o falecimento de Neno, lendário guarda-redes do Vitória SC, em 2021: "Quando o Neno partiu, o Silvino sofreu muito e eu sem ser muito amigo do Neno, aprendi a gostar muito dele, via Silvino. E ainda brinquei com ele que lhe dei uma chapelada. Ele lembrava-se. Estes gajos lembram-se de tudo."

Apesar desta proximidade, Silvino chegou a dizer que ficou magoado quando deixou de fazer parte da equipa técnica de José Mourinho, após quase duas décadas de trabalho. "Nós não tínhamos um papel assinado que o obrigasse a ter-me sempre a seu lado. Foi uma decisão dele, que eu aceito e, mais do que isso, respeito. Estivemos parados desde o fim do contrato com o Manchester United e um dia ele telefonou-me dizendo que tinha aceitado a proposta do Tottenham, concebera uma nova equipa técnica e eu não fazia parte dela", relatou, ao jornal 'Record', em março de 2020.

No entanto, não obstante a tristeza temporária, a amizade não tremeu: "Naquele momento, logicamente, fiquei um bocadinho magoado. Mas… já passou. Respeitei a decisão e procurei entendê-la. Conhecemo-nos há quase 40 anos e somos amigos, o que, de resto, está espelhado nos contactos que mantemos desde que ele voltou ao trabalho."

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