Estrelas O que faltava saber sobre os dias de Fanny quando o pai a internou: sem telefone e com a irmã como cúmplice para esconder a verdade
Fanny Rodrigues, de 34 anos de idade, ficou conhecida na 'Casa dos Segredos 2', em 2011, como 'belle portugaise'. Não venceu o reality show, mas ganhou de imediato uma grande projeção mediática, que a deixou debaixo de escrutínio público. A sua imagem nunca passou indiferente a ninguém e ao longo deste período debateu-se com várias situações menos fáceis.
A verdade é que, há um ano, a antiga estrela da TVI foi mesmo internada numa clínica para curar a sua depressão. Algo que aconteceu por incentivo da família, como a própria garantiu numa entrevista a Carolina Patrocínio. Mas surgem agora novos detalhes sobre estes dias difíceis da nortenha. "Passei por um processo de depressão e ainda estou a passar", começou por desabafar. Muito cuidadosa com as palavras, Fanny revelou detalhes sobre o processo de melhoria enquanto estava internada.
Tudo aconteceu em maio. "Foi em 2025 que estive internada, durante duas semanas", adiantou, não esqueceno o papel fundamental que o seu núcleo duro teve para que isto acontecesse: "Fui de boa fé, atenção, ouvi muito o meu pai, a minha mãe e a minha irmã."
A família tem sido para a influenciadora digital um pilar durante todo este tempo: "Os três não me largam nunca e estiveram sempre ali para mim, sempre e ainda estão. Portanto, pai, mãe e irmã, sou lhes mesmo muito grata porque fizeram e fazem com que eu esteja aqui neste momento a fazer este vídeo", reiterou.
Naquelas duas semanas, Fanny conseguiu esconder onde estava com a ajuda da irmã, Carina Rodrigues: "Saíram na altura alguns 'storys' no meu Instagram porque foi a minha irmã [que publicou] para não acharem estranha a minha ausência, porque estive internada para cuidar de mim e cuidar de mim era primeiro sarar-me por dentro", explicou.
Durante o internamento, a 'belle portugaise' passou por duas fases cruciais. "Estive sem telefone, porque o telefone para mim na altura era algo muito tóxico, dava tendências a ver ou a falar e não era bom", explicou. "A seguir à retirada do telefone, a segunda coisa que comecei a tratar foi do sono, o sono é super importante", continuou.
Fanny frisou que dormir "é crucial e dormir bem, sem pesadelos, sem acordar para ir à casa de banho, acordares e sentires que 'descansei'" até porque, nesse momento, não sabia o que era descansar: "Acho que eu andei o ano passado todo, até ser internada, sem saber o que era descansar. Acordava em baixo, apesar de passar muita parte do meu tempo deitada, sentia-me sempre cansada, não dormia bem."
Para resolver esse problema, teve de ser medicada: "Fui medicada, ainda estou a ser medicada, mas o desmame tem de ser feito", lembra. Mas não se fica por aqui, até porque, o desmame é fundamental para seguir em frente. "Não gostava da sensação com que acordava. Acordava tipo soneca, acordava murcha, mulenga, acordava e demorava imenso [tempo] a abrir os olhos, demorava imenso a arrebitar para a vida", destaca.
Por fim, Fanny fez questão de partilhar uma frase que a sua psiquiatra lhe disse e que a deixou a pensar: "'Tu já não tens 20 anos'. Confesso que ouvi aquilo e fiquei do género: não tenho mesmo 20 anos, já não sou aquela miúda invencível que achava que era e que arrebentava tudo e que partia meio mundo, se fosse preciso. Já não tenho 20 anos e somos muito mais frágeis hoje em dia, o stress, a pressão, este retangulozinho aqui mas que é importante para o dia a dia", rematou.
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