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Estrelas Sem tabus! Júlia Pinheiro fala sobre o corpo e a vida íntima com Rui Pêgo: "Agora é tudo mais relaxado"

22 de Março de 2026 às 11:09
Numa conversa sem tabus, a estrela da SIC confessou que o marido "já não é o mesmo homem", revelando como a maturidade e as mudanças físicas transformaram a intimidade do casal

Júlia Pinheiro, de 63 anos de idade, foi a grande protagonista do programa 'Temos que Falar', da SIC Mulher. Ao lado de Bárbara Guimarães, Ana Galvão e Ana Garcia Martins, a "senhora televisão" decidiu quebrar o silêncio e falar, sem tabus, sobre a sua vida íntima ao lado de Rui Pêgo, com quem partilha a vida há 40 anos.

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Numa conversa honesta sobre a longevidade do amor, a estrela da SIC confessou que o marido já não é o mesmo homem que conheceu na juventude. "O homem por quem me apaixonei não é o mesmo. Ele sofreu alterações da vida como eu sofri", revelou, explicando que o segredo da união reside na "capacidade de entendermos isso".

Para Júlia, o erro de muitos casais é ficarem "cristalizados" na imagem de quando eram jovens. "A vida traz-nos embates, traz-nos provas e testa-nos, e a pessoa vai-se transformando. Ficamos menos simpáticos, mas se calhar mais ternurentos", admitiu com a frontalidade que se lhe conhece.

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A apresentadora confessou que estas mudanças, longe de a afastarem, a deixaram ainda mais apaixonada por um Rui Pêgo que considera "desafiante". E nem a intimidade ficou esquecida. Questionada por Ana Galvão sobre a vida sexual e a transformação física do casal, Júlia não fugiu à pergunta: "Tens a grande vantagem de que, quando duas pessoas envelhecem juntas, conhecem também aquele corpo a transformar-se. Isso não muda o olhar".

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Com o seu habitual sentido de humor, atirou: "Eu acho que o meu marido está muito mais giro agora e eu estou deslumbrante!". Entre risos, explicou que o tempo trouxe uma nova liberdade ao quarto: "É tudo mais relaxado. Já não somos como quando éramos jovens, mas com a maturidade ganhamos outra frescura".

Apesar da cumplicidade física, Júlia Pinheiro não esconde que o que a prende verdadeiramente ao radialista é a mente. "O físico não é muito importante. O que eu quero é um interlocutor", rematou, garantindo que, ao fim de quatro décadas, o mais importante continua a ser "saber conversar".

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