Estrelas "Foi o homem mais infeliz de Portugal": a revelação chocante sobre Marco Paulo
Marco Paulo morreu no dia 24 de outubro de 2024 e o seu falecimento fez eclodir um braço de ferro entre os seus herdeiros. De um lado, António Coelho e Marco António, que acompanharam o cantor durante grande parte da sua vida, e, do outro, Eduardo Ferreira, o bombeiro de Braga que foi o seu apoio na reta final.
Os 10% de Dudu, como é conhecido, continuam por resolver, e, ao que tudo indica, o caso vai mesmo acabar na justiça, para que se possa resolver o diferendo que já dura há cerca de dois anos. Ainda assim, o bombeiro já recebeu o montante oriundo dos direitos de autor das canções de Marco Paulo, mas quer que a situação tenha um desfecho que corresponda àquilo que entende ser justo.
Agora, em declarações à 'Nova Gente', Eduardo fez mais uma revelação sobre o estado de espírito de Marco Paulo nos últimos anos da sua existência, enquanto lutava novamente contra doença oncológica.
"Eu nunca disse isto, mas vou dizer agora, porque é verdade. O Marco Paulo foi o homem mais infeliz de Portugal. Fazia era um grande personagem. Ele chorou muitas vezes comigo no carro. Na primeira vez até fiquei assustado. Ter ali o Marco Paulo a chorar... Fiquei chocado com a vida dele. Posso dizer, e ele também o dizia, que só era feliz em Braga", sublinhou.
Depois, reforçou que o cantor cogitou mudar-se para o Minho: "Ele queria estar sempre em Braga e, quando entrava no carro para regressar a casa, ia sempre a chorar. Ele até pensou em comprar uma casa em Braga e chegou a ir ver um apartamento, mas eu fiz com que ele mudasse de ideias."
"Primeiro, porque já estava em fase de tratamentos e não era a altura certa e, depois, porque eu sabia que ele ia ter problemas em casa. Ele dizia que era em Braga que estava feliz e era cá que queria estar. Ficava sempre sete, oito dias ou, noutras alturas, ficava mais, dez, 12...", acrescentou o ex-concorrente do 'Big Brother Verão'.
"Durante sete anos foi assim. Ficava hospedado no Meliá, sempre, nunca quis ficar em minha casa. Vinha muitas vezes com a amiga Tita. Eu só podia estar com ele quando não estava a trabalhar e ele nem sempre percebia isso. Muitas vezes íamos jantar juntos quando eu saía. Quando ele regressava a casa, ligava-me todos os dias, várias vezes ao dia", rematou.