Estrelas João Baião teve a polícia à perna nas férias na Ásia e viu "o caso muito mal parado": como o apresentador evitou ir parar à esquadra
João Baião, de 62 anos de idade, aproveitou o mês de agosto e a pausa dos seus espetáculos para fazer mais uma viagem até à Ásia. Desta feita passeou por Tailândia, Singapura e Malásia. Mas foi no primeiro país que apanhou um grande susto e que, por pouco, não teve repercussões mais graves.
Apesar de ao longo do tempo em que esteve de viagem ter partilhado vários pormenores dos seus dias de descanso, o comunicador optou por não falar deste assunto. Até agora.
No 'Casa Feliz' desta sexta-feira, 28 de agosto, João Baião recordou um episódio em que o fez lembrar o caso da psicóloga Carolina de Freitas Nunes foi detida em Bali por ter 50 munições na sua mala. "Mas neste caso foi uma coisa mais doméstica, que é o tabaco aquecido. Em Singapura é completamente proibido, em Banguecoque também. Mas em Banguecoque eu vi algumas pessoas à porta dos hotéis a fumar aquelas coisas chamadas canetas e um dos amigos que estava comigo fumava tabaco aquecido", começou por recordar, acrescentando que o pior aconteceu quando estavam a passear à noite e esse amigo ia a fumar. "De repente, somos abordados por dois polícias."
"Vi ali o caso mal parado, porque eles queriam levar-nos para a esquadra"
Foi aí que João Baião pensou no pior. "Vi ali o caso muito mal parado, porque eles queriam levar-nos para a esquadra. Queriam mesmo", insistiu, assegurando que o facto de desconhecerem a lei não os ajudava. "Ainda por cima eles não dominam bem o inglês, nem eu, mas pronto. Mas para comunicar com eles é muito difícil. E então era com o ChatGPT, que ia traduzindo."
Ainda assim, a abordagem das forças de autoridade foi "muito ríspida" e João Baião já imaginava o desfecho. "Eu a pensar 'se me põem umas algemas... Eles não facilitam nada [mesmo sendo turistas], são regras e são para cumprir", garantiu.
Contudo, entregou as máquinas e o tabaco e conseguiu evitar ter problemas com a justiça. "Foi um susto, mas eles levam as leis até [ao limite]. É uma coisa ótima que estes países têm, vê-se muita polícia na rua, dá-nos alguma segurança também", rematou.