Casados à Primeira Vista Mãe teve um AVC fulminante e o pai morreu de cancro: os momentos de horror que Carla viveu antes de casar com Diogo no Casados à Primeira Vista
Carla Barradas, de 39 anos de idade, tem encantado os portugueses com a sua simpatia e forma carinhosa como se entregou ao ‘Casados à Primeira Vista’, da SIC. A gerente de loja está a viver um casamento muito feliz com Diogo Alexandre e só pensa em construir uma família ao lado do marido.
Mas, nas costas, carrega um passado duro e marcado por momentos muito complicados que a obrigaram a enfrentar tudo e todos. Um deles deu-se logo na infância quando, com apenas quatro anos de idade, a mãe morreu com um AVC fulminante enquanto dormia. “Apesar de ser muito nova, tenho alguns flashes ao nível da convivência com os meus pais. Aquela noite tenho-a completamente presente na minha cabeça. Lembro-me de estarmos a jantar e de ela já se manifestar um bocadinho mal disposta. Lembro-me até da sopa que estava a comer”, começa por contar em entrevista a Júlia Pinheiro.
O pior veio depois, durante a madrugada. “Lembro-me de me ir deitar, de adormecer e depois de existir todo um alvoroço quando se apercebem de que alguma coisa não está bem, de chamarem por ela e ela já não responder”, acrescentou.
Quando tudo isto aconteceu, Carla foi levada para a casa de uma vizinha, mas apercebeu-se de que algo de errado se passava e tentou voltar para casa. Não conseguiu. “Fiz muitas perguntas, chorei muito”, adiantou.
Mas a vida seguiu e a mulher de Diogo Alexandre recebeu sempre muito amor das tias e do pai, que nunca conseguiu refazer a sua vida. Também ele passou por momentos delicados e viria a enfrentar uma dura batalha mais de uma década depois.
Numa fase em que a filha vivia com ele, descobriu que tinha um cancro no esófago. A concorrente de ‘Casados à Primeira Vista’ tudo fez para cuidar do pai. “Quando veio o diagnóstico, apesar de termos o apoio dos meus irmãos, das minhas tias, era eu que estava com ele, que o acompanhava com as tias. Mal ou bem, já tentava cuidar dele”, lembrou. A morte acabou por deixar um grande vazio na vida de Carla, que teve de se reencontrar. Mas há uma lição que fica para sempre: a gerente de loja nunca se revoltou com as tragédias que se cruzaram no seu caminho. “Tive os meus momentos de tristeza, mas nunca me senti revoltada. Apesar de tudo, tive uma infância e um crescimento muito feliz, tive sempre muito apoio”, rematou.