Estrelas Recém-separada, A Pipoca Mais Doce assusta-se com aplicações de encontros e explica o motivo que a leva a temer a solidão
Ana Garcia Martins tem falado abertamente sobre o final da sua relação com Diogo Orvalho, ao fim de cinco anos, e assume que a separação está a causar dúvidas sobre o seu futuro amoroso.
É um sentimento que recupera aquilo pelo que já passara no final do seu casamento, como explicou, no podcast 'Inventário Pessoal', da Antena 1. "As pessoas adoram dizer que não é falhar. Eu assumo o divórcio como um falhanço. Um projeto de vida que assumi casando-me que era para a vida, e que falhou. Passe o tempo que passar vou sempre olhar para aquilo com uma dose de desgosto, mesmo sabendo que já não fazia sentido, de parte a parte, vou ter sempre essa tristeza por esse projeto ter falhado", disse A Pipoca Mais Doce.
Depois, a influenciadora digital de 45 anos saltou para o presente e alongou-se sobre o seu estado emocional: "Agora, acabei também uma relação longa, o que te vai deixando sempre um bocadinho mais descrente no amor, porque pensas: 'Isto não vai ficando mais fácil', tendencialmente vai ficando mais difícil conhecer pessoas, voltar a acreditar... é a parte mais difícil, não é?"
"Nunca fui a uma aplicação de encontros, a um Tinder desta vida... Tive curiosidade, mais não seja para ver o meu valor de mercado. Mas o facto de ter uma exposição pública inquina o processo à partida. Tenho curiosidade, mas assusta-me, as minhas amigas solteiras dizem-me o pior deste mundo e do mercado", acrescentou a antiga comentadora de reality shows, desenvolvendo: "Assusta-me um bocadinho pensar no que se segue, ou se será que se segue alguma coisa ou se será que há alguma coisa para mim. E vêm os tais traumas e o medo da solidão. Assusta-me isso de pensar que se calhar não há mesmo..."
"Também sou um bocado esquisitinha, mas, tendo em conta que as relações falham, devia ser mais exigente do que aquilo que sou [risos]. Mas basta uma pequena coisinha para me desmotivar", reconheceu, frisando, todavia, que está a alterar alguns aspetos da sua interação com o mundo exterior, em momentos de menor estabilidade na sua psique: "Tenho muita relutância em pedir ajuda e mostrar que não estou a passar bem, porque nem é tanto por não querer que as pessoas vejam esse meu lado, mas é porque cada um já tem a sua carga na vida, a vida já é tão pesada que me custa acrescentar peso à vida das pessoas."
Por fim, Ana Garcia Martins sublinha: "Tenho tentado aprender a ser menos dura comigo mesma nesse sentido, de dizer que não estou bem, que preciso de ajuda, de pedir uma mão, falar com alguém, que me levem para ir tomar um café, desabafar, chorar à frente de amigos – que seria impensável, e que já não sinto como uma vergonha ou uma derrota, chama-se só crescer."