Casados à Primeira Vista Revelados detalhes inéditos sobre a vida amorosa de Diogo Alexandre no tempo entre vencer a Casa dos Segredos e conhecer Carla no Casados à Primeira Vista
Diogo Alexandre é fiel à igreja mórmon, tal como foi revelado logo na sua participação na 'Casa dos Segredos', religião que implica a proibição de alguns hábitos, assim como o voto de castidade até ao casamento. Após entrar no 'Casados à Primeira Vista', uniu-se com Carla Barradas, a sua mulher com quem ainda vive uma relação romântica e que não se mostrou afetada pela vida do seu companheiro.
Questionado no 'Passadeira Vermelha' se alguma vez cogitou que a sua religião pudesse ser um entrave, referiu: "Nunca tive esse receio porque somos tão liberais nesse aspeto, a minha mulher não tem de se converter para sermos felizes e termos um casamento legal. Não coloquei [essa questão], porque eu sabia que era algo tão pessoal... Se tivesse de afetar a vida da pessoa que está comigo, teria de arranjar uma forma de lhe dizer para aceitar."
De seguida, Diogo explicou que não há qualquer imperativo relacionado com Carla se dirigir ao seu lado às rotinas religiosas: "Se for ao Sacramento ao domingo, ela não tem de vir comigo, se ela quiser acompanhar, e já acompanhou algumas vezes, ótimo." Sobre mudanças na rotina que poderiam ter de acontecer, acabou ainda por referir: "Ela também não bebe álcool."
Depois, o empresário foi inquirido sobre como a proibição de sexo antes do casamento impactou a sua vida romântica e acabou por fazer algumas revelações inéditas sobre a sua vida amorosa entre o reality show da TVI e a entrada na experiência social da SIC.
"Claro que, numa vida normal, a pessoa... mas, antes de entrar no 'Casados à Primeira Vista', fui conhecendo pessoas que aceitavam e diziam: 'Quero conhecer-te e se for preciso só nos conhecermos fisicamente depois do casamento não é um problema'", sublinhou Diogo, ele que, como se sabe, já havia sido casado por uma vez.
Por fim, ainda informou: "Noutras pessoas que fui conhecendo, com quem nunca cheguei a ter absolutamente nada, nem nos beijámos – e pode haver beijinhos – sempre vi abertura das pessoas."