Estrelas Rui Malheiro mostra a recuperação do AVC que sofreu após a final do Mundial e faz revelações inéditas
Rui Malheiro, comentador da RTP e analista do jornal 'Record', de 49 anos, viveu um dos momentos mais difíceis da sua vida um dia após ter comentado a final do Mundial de futebol de 2026 ao serviço da estação pública, a 19 de julho, quando, após semanas intensas de trabalho de preparação para a hercúlea tarefa de perscrutar as 48 equipas em prova, sofreu um AVC, que, para além de o ter afastado dos projetos em que participa, como as suas intervenções televisivas e o podcast 'No Princípio era a Bola', também deixou sequelas a nível corporal.
O especialista em futebol está ainda a recuperar a sua mobilidade depois do susto e o tio, João Malheiro, revelou à TV Guia na passada semana como se encontrava na altura este processo. "O braço, e em particular a mão, é que será um processo mais moroso, mas há indicadores que nos permitem confiar na reabilitação total, para já a mobilidade total da perna direita e garantida", contou.
Agora, Rui Malheiro pronunciou-se pela primeira vez desde que veio a público dar conta desta arduidade de saúde, através de uma publicação nas redes sociais, onde surgiu sorridente, ainda de braço ao peito, e ao lado da sua filha, Clara, a quem dedicou esta partilha.
"O denso nevoeiro não me levou a memória. Levou-nos a nós, em vários momentos, para dentro dela. Vinte e oito dias bem mais longos do que todos os outros. A querer ser mobília no teu quarto, a ser vulto sem nome à cabeceira, a aprender que existir depende de alguém que nos diga o que não queremos ouvir", começou por escrever.
"Hoje, o sol, o grande sol, entrou sem bater à porta. Disseste: 'Clara'. Nesse instante, percebi que, mais uma vez, tudo vale a pena quando o coração não é pequeno. É maiúsculo", concretizou o comentador.
Nas caixas de comentários das plataformas onde difundiu esta mensagem, Rui Malheiro foi alvo de uma miríade de comentários elogiosos e desejos de uma rápida e completa recuperação, inclusivamente de colegas de trabalho, como foi o caso de Carlos Daniel, pivô e diretor do Centro de Produção Norte da RTP, que assinalou: "Que bom ver-te com esse ânimo, meu amigo! E com a Clarinha o incentivo não pode ser maior! Seguimos juntos."