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Maria Botelho Moniz surge num momento de intimidade captado por Pedro Bianchi Prata
Foto: TVI
Maria Botelho Moniz, 1.ª Companhia
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Maria Botelho Moniz, Big Brother
Maria Botelho Moniz
Foto: Tiago Sousa Dias
Maria Botelho Moniz
Maria Botelho Moniz vai conduzir reality show

Estrelas Adorada pelos fãs, Maria Botelho Moniz esconde medo que a leva a ponderar decisões e a preparar tudo para não ser rejeitada

14 de Abril de 2026 às 19:07
Apresentadora da TVI não esconde receio sobre reação do público num determinado contexto e avalia dificuldades de estar à frente de reality shows

Maria Botelho Moniz confessou que um dos seus maiores medos na sua vida profissional é deixar de ser amada para ser odiada pelo público, ela que, nesta altura, goza de grande simpatia junto do público televisivo.

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A conversa decorreu no podcast 'Não Sei Ser', de Joana Gama, e começou por a apresentadora referir como decidiu que personalidade iria abraçar perante as câmaras. "A partir do momento em que começas a fazer coisasa para a generalistas, para outros contextos... Eu posso ser a engraçada e a sarcástica, mas isso leva-me para que caminho? Se calhar mais para a comédia e não sou assim tão engraçada. Vou pelo sarcasmo, para depois ter uns programas alternativos? É isso que quero fazer?", iniciou.

Quando a anfitriã assinalou que em alguns desses casos teria de lidar com críticas dos espectadores, Maria reconheceu: "É muito assustador. Assusta-me apenas e só por isto, porque eu sei que vai acabar. Há o síndrome do impostor, de que não somos assim tão incríveis. Quando as pessoas gostam muito também se perdoa menos e vai-se do amor ao ódio muito rápido."

De seguida, a estrela da TVI, que recentemente esteve à frente da '1.ª Companhia', sublinhou: "Eu estou num sítio incrível neste momento. Sinto as pessoas comigo, sinto que as pessoas torcem por mim. Claro que existem as vozes de quem não gosta e haverá sempre quem não gosta. Sinto uma onda de amor tão fixe que penso que se meto o pé na poça isto acaba."

"É algo que existe em particular naquilo que faço hoje em dia, que são os reality shows, onde é mais tenso. Num programa da manhã, eu, Maria, permito-me ter menos margem para isso. A minha 'persona' ou a forma como faço manhãs não é sarcástica nem aguçada, é mais leve e positiva. tenho menos margem para pôr o pé na poça do que se estiver a confrontar pessoas que se estavam a insultar e que têm fãs tão aguerridos. Se meto o pé na poça aí... (...) Faço as perguntas de forma muito consciente, a escolha das minhas palavras às vezes é pensada. Obviamente que muitas das perguntas me surgem no momento, mas há muitas que estão preparadas", sublinhou.

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Por fim, Maria Botelho Moniz refletiu: "Há esse receio em relação ao público, porque é um público muito fanático. É estar constantemente a gerir a claque do Sporting e do Benfica em dia de dérbi em que se está a decidir o campeonato. Todos os dias são isso, em termos de comentários e vontades."

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