Estrelas De demónios a flores: a nova vida de Agnes Arabela após ter ultrapassado pesadelo da juventude
Agnes Arabela esteve no programa 'Júlia', da SIC, nesta terça-feira, 24 de março, para falar sobre o trauma causado por ter sido envolvida na chamada 'seita do ioga', na Roménia, liderada por Gregorian Bivolaru.
A ex-concorrente da 'Casa dos Segredos', onde este constituía precisamente o seu segredo, recordou quando entrou, ainda menor de idade, nesta seita, tendo sido alvo de abusos sexuais e depois traficada para o Japão. Posteriormente, por ter denunciado a sua história, acabou por ser perseguida e ameaçada por membros dessa seita.
Após relatar toda a história, visivelmente emocionada por toda esta intensa carga que acarretam as descrições, Agnes revelou no que se tem focado na atualidade. A romena lançou um livro, intitulado 'The Believer', onde relatou de forma pormenorizada este seu passado, e também, ainda neste tema, participou num documentário da Apple TV+ intitulado 'Twisted Yoga'.
Questionada sobre o seu quotidiano nos dias de hoje, brincou, agora mais bem-disposta: "Viagens, botox, agradeço ao doutor." "Abrir-me e falar do passado afeta-me porque me são gavetas que já fechei, preciso de pensar noutras coisas", acrescentou.
Agnes tem-se focado também na sua arte, tendo atualmente os seus quadros três exibições em hotéis, em Lisboa. Sobre isto, assinalou: "Sim, a arte é uma terapia, faço muito a minha arte inspirada nas coisas em que passei: as flores de Sakura, da primavera do Japão, os animais da África do Sul, onde fiquei cinco meses. A Lua caracteriza-me porque sou signo Caranguejo e emoções e tem a ver com o meu astral."
"Também houve um tempo em que pintava demónios. O meu estado de espírito na altura não tem nada a ver com agora. A minha forma de vida é arte. Aprendi a ser feliz", adendou.
Já no que toca ao seu estado de espírito, avançou: "Só evito falar sobre o meu passado para não ter de o reviver. A minha felicidade não depende de factos exteriores. É uma coisa pessoal, a evolução é pessoal, não é em turma. Se a minha evolução depende de uma pessoa não é felicidade na realidade. Aprendi que ir à praia, meter os pés na água, sentir o ar, o cheiro da terra quando chove, pequenas coisas, isso é felicidade."
Por fim, interrogada sobre se se conseguiu apaixonar, frisou: "Acho que nunca mais vou confiar a 100% num homem, mas quero ver se existe realmente o amor verdadeiro e os homens empáticos, que não traem, não batem, não te usam, não te exploram, não te mostram e vulgarizam na net, sei que existe esse tipo de homem, mas... vou dar uma oportunidade."
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