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Foto: Pedro Ferreira/TV Guia
Alexandra Lencastre com Margarida Bakker
Foto: Pedro Ferreira/TV Guia
Alexandra Lencastre com Margarida Bakker
Foto: Sérgio Lemos
Alexandra Lencastre com Margarida Bakker
Alexandra Lencastre, Rogério Samora, Margarida Bakker
Alexandra Lencastre, Rogério Samora, Margarida Bakker
Alexandra Lencastre, Rogério Samora, Margarida Bakker
Foto: Ricardo Ruella
Margarida Bakker e Alexandra Lencastre contracenam juntas
Alexandra Lencastre, Rogério Samora, Margarida Bakker

Estrelas Feliz por trabalhar com a mãe, Margarida Bakker rejeita privilégio por ser filha de Alexandra Lencastre: "As oportunidades não têm sido muitas"

20 de Fevereiro de 2026 às 15:01
Atriz que está a contracenar com a mãe na peça 'A Gaivota' fez revelações exclusivas à TV Guia sobre o estado em que se encontra no percurso artístico

Apesar de já terem contracenado em televisão, esta é a primeira vez que Margarida Bakker divide o palco com a mãe, Alexandra Lencastre, na peça 'A Gaivota', em cena no Teatro da Trindade. E trabalhar com a diva tem sido perfeito para a jovem atriz, que fez 30 anos no dia 10 de fevereiro.

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"Posso dizer que foi a colega que mais me descontraiu neste processo", diz, em exclusivo à TV Guia, confessando estar a amar ter esta experiência com a progenitora: "Soube-me bem, porque tenho muito orgulho em vê-la regressar aos palcos. Fico sempre muito emocionada, e desta vez a partilharmos cenas... bem duras".

E Margarida garante não ter da mãe um tratamento especial. "Nada disso. Fragmentámos isso logo que o Diogo [Infante] nos escolheu. Cada uma tem a sua vida, os seus rituais." Ainda assim, tem coisas em que se parece com Alexandra. "Somos as duas muito nervosas, muito parecidas nas inseguranças", conta, rindo-se. "Mas acho que o sangue holandês do meu pai [Piet-Hein Bakker] me salva e me dá-me um pragmatismo diferente. Mas, sim, somos parecidas e não há como negar."

Embora tenha pais famosos e ligados à área, não tem sido fácil para Margarida Bakker vingar como atriz. "Não sou uma 'nepo baby'", diz, referindo-se ao epíteto que é habitualmente usado de forma pejorativa para mencionar descendentes de celebridade que tiveram mais sucesso ou oportunidades por essa ligação.

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"As oportunidades não têm sido muitas, apesar de hoje já poder dizer que tenho uma espécie de carreira. E esta oportunidade que me foi dada pelo Diogo Infante é única. Qualquer ator que trabalhe com ele cresce imenso e abrem-se portas para coisas maiores. Tenho feito coisas mais alternativas, de forma espaçada, mas acho que chegou a altura de solidificar a minha carreira", explica. E não é a representar.

"Há um lado artístico meu que as pessoas desconhecem, que é a escrita. Mas ainda não posso dizer muito, apenas que pode ser que vá por aí" conta-nos Margarida, lamentado o que passa por ser filha de quem é: "Há muita pressão em cima de mim. Não é fácil. Mas não vou desistir."

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