Estrelas Joana Marques recorda como foi trabalhar com Cristina Ferreira em televisão... e o que acabou por correr mal
Joana Marques foi escolhida por Cristina Ferreira para o segmento de humor em 'O Programa da Cristina' na SIC, ao lado de Madalena Abecasis e António Raminhos, mas a aposta acabou por não correr bem e foi rapidamente descontinuada. A humorista abordou este seu período menos recordado a nível profissional, no podcast 'Bate Pé', de Mafalda Castro e Rui Simões, e explica o porquê de ter dito 'sim'.
"Foi sorte, porque para mim é como ir ver o Cristina Talks, ir ver o programa por dentro, era uma coisa que não ia dizer que não, sempre fui consumidora daqueles programas. Os meus amigos viam desenhos animados e eu via o Goucha e o 'Você na TV!' quando começou a dupla. Não ia dizer que não à hipótese de fazer só para experimentar. Agora, que éramos um grupo absurdo, éramos. Nós fomos meia dúzia de vezes", referiu.
Quando inquirida sobre do que é que o trio falava, a voz do 'Extremamente Desagradável' respondeu: "Era esse o problema, nunca sabia. É aquele modo Cristina Ferreira, que para algumas coisas resulta, mas para os outros que têm de participar... eu sou mais da escola da preparação do que para o improviso. Sentia que estávamos ali 15 minutos em que não se passava nada e é um bocado frustrante. Entras, sais e foi só uma conversa de chacha. Se nos dissessem o tema antes, levava alguma coisa preparada."
Por isso, o segmento teve um fim precoce. "Saiu primeiro a Madalena, depois eu e foram-nos fazendo um 'ghosting', que acho que apreciámos tanto ela como eu. Quem restou mais tempo foi o Raminhos", disse, antes de concluir que a dupla com Cláudio Ramos foi a mais acertada para esta intenção: "O Cláudio era o tipo de humorista que o programa precisava."
Sobre um dos momentos mais desalinhados com a sua personalidade neste programa, Joana Marques recordou: "O meu máximo foi estar numa festa. 'Vai haver um programa especial, têm de vir todos, desde o senhor do crime a não sei quem'. É uma festa de aniversário e eu estava ali a fazer nada, foi o mais próximo que estive de uma presença. Não tinha nada para fazer, nem micro tínhamos. Ao mesmo tempo, não estávamos à vontade como numa festa, não ia comer bolo porque estava na televisão, havia ali coisas aleatórias. Mas não me arrependo, foi giro."
Por fim, a humorista reconheceu que, hoje em dia, aceita menos convites do que no passado: "Agora penso mais se me apetece fazer ou não, se é uma coisa que gosto. Para mim, hoje em dia, não era óbvio aceitar e fazer o 'Ídolos'. Na altura, para mim a lógica do 'Porque não? Nunca fiz, vou ver como é.'"
Recorde-se que Madalena Abecasis também subscrevera, no mesmo podcast, essa opinião: "De repente, a Cristina Ferreira deixou de me chamar e eu fiquei mesmo contente. (...) Sentia-me completamente inútil, não sabia o que estava ali a fazer."
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