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Estrelas Primeira-dama? O motivo para Margarida Maldonado Freitas, a mulher de António José Seguro, se afastar de um título “que não está na Constituição”

08 de Fevereiro de 2026 às 21:01
Ao lado do marido, a farmacêutica celebra esta eleição, mas não quer ainda falar do seu futuro

Estão casados há 25 anos e juntos há quase três décadas. Como sempre aconteceu, Margarida Maldonado Freitas voltou a surgir ao lado do marido, António José Seguro, na hora de celebrar a eleição do novo Presidente da República. E, na noite deste domingo, 8 de fevereiro, enquanto caminhava entre a casa onde residem nas Caldas da Rainha e a sede de campanha, acabou por falar, ainda que de uma forma muito sucinta aos jornalistas.

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De sorriso nos lábios, a farmacêutica reiterou que “não há primeira-dama.” “A nossa Constituição não prevê primeira-dama", afirmou. Perante a insistência para perceber se iria desempenhar papéis nas áreas da solidariedade social ou da cultura, como aconteceu com outras mulheres de Presidentes da República, sorriu e pediu calma. “Vamos ver, esperar pelos resultados finais”, afirmou.

Mas afinal, qual é o motivo para Margarida Maldonado Freitas sempre ter rejeitado este título? É que a mulher de António José Seguro tem uma vida profissional feliz, nas Caldas da Rainha, e por isso ali deverá permanecer, comparecendo obviamente ao lado do marido - como já fez saber - sempre que as “obrigações” de primeira dama assim o designem.

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Na verdade, a farmacêutica é uma espécie de ‘rochedo’ para o político ainda que, profissionalmente, gostem de manter vidas totalmente independentes, razão pela qual a farmacêutica – detentora de duas farmácias e gestora de uma terceira – não vai parar tudo para acompanhar o marido.

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