EXCLUSIVO Afinal, do que vive José Castelo Branco em Nova Iorque? E como ganha dinheiro? Ele conta tudo!
"Encontra-se lixo ótimo em Nova Iorque. Tenho uma cadeira ali, a famosa cadeira branca, misturada com o resto das antiguidades que eu fui comprando. Mas hoje tenho pratas, tenho talheres decentes. Dignidade acima de tudo. E vou comprando aos poucos. Ainda tenho uma mesa pequena na casa de jantar. Mas já tenho um amigo que diz que tem imensas e me vai dar uma. E eu agradeço". As palavras são de José Castelo Branco, a viver em Nova Iorque e de onde não tenciona sair enquanto durar o processo que enfrenta e as acusações de violência doméstica contra a mulher, Betty Grafstein. Em entrevista exclusiva à TV Guia, publicada na edição impressa da revista, nas bancas desde esta terça-feira, 9 de junho de 2026, Castelo Branco explica como tem sobrevivido numa das cidades mais caras do mundo e como mantém, dentro do possível, o estilo de vida cosmopolita.
"Continuo a ser muito convidado", explica. "A única coisa que mudou foi o cenário. Eu tive que renascer das cinzas". Ou seja, continua a frequentar festas e galerias de arte, como sempre fez, a vestir-se a preceito para sair, até a jantar fora com os amigos quando pode, sem exageros. "Janto, de vez em quando", conta. "Mas a maior parte das vezes eu janto em casa. Porque eu, para ir para o restaurante, sou de extremos: ou vou para uma espécie de tasca ou para o mais chique de Nova Iorque".
Mas do que vive, afinal, na "cidade que nunca dorme"? "Eu sou um sobrevivente. Tenho provado, ao longo destes anos todos", diz o homem que foi estrela de televisão, negociador de arte, empresário e drag queen.
Teve de vender jóias para sobreviver, então? "Nunca vendi nada. Consegui sobreviver sem vender nada". Nem a amigos? "Nada, nada, nada. Manter as joias era manter a minha Betty comigo".
Leia toda a entrevista na edição papel desta semana, já nas bancas, ou em e-paper da revista TV Guia.