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Foto: Paulo Calado
O treinador gesticula durante o jogo
Foto: DIREITOS RESERVADOS
O jogador do Alpendorada posa ladeado pelo avô e pelo
Foto: António Cotrim/LUSA
Rui Borges
Foto: Carlos Gonçalves
Marcador do terceiro golo
Foto: Hugo Monteiro
Rui Borges
Foto: Luís Manuel Neves
Rui Borges

Fora de Campo Revolta no Sporting afeta família de Rui Borges: filho do treinador vive pesadelo

29 de Outubro de 2026 às 13:30
Técnico leonino revela que esta fase difícil do clube de Alvalade está a ter efeitos colaterais nos seus familiares. Entenda toda a história

Rui Borges está na corda bamba enquanto treinador do Sporting, após um início desapontante da atual temporada, numa crise que se agudizou com as duas derrotas consecutivas em casa na última semana, que podem prejudicar a continuidade na Liga dos Campeões e colocaram os leões a nove pontos do líder FC Porto.

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O treinador do emblema de Alvalade foi confrontado com a contestação de que tem sido alvo, e, apesar de afirmar que os zunzuns gerados pelos maus resultados não o afetam, frisou que esta tempestade mediática tem afetado a sua família.

"Percebi sempre que não queria ser adjunto, queria ser treinador principal. E sabia que ia estar exposto a muita coisa. A força do ruído só tem o que queremos. Para mim, não tem impacto nenhum", explicou o treinador transmontano, na conferência de imprensa da antevisão do jogo do campeonato contra o Casa Pia, desta sexta-feira, 30 de outubro.

De seguida, contudo, emocionou-se ao recordar o efeito que teve na vida dos seus familiares, nomeadamente do seu filho, Mário, atual jogador do Montalegre, de 25 anos. "Vou ser o mais honesto possível, só há uma coisa que me magoa. Quem sofre não sou eu: é o meu filho, a minha mulher, os meus pais, as minhas irmãs. E isso magoa. Tem havido muita falta de respeito para com o Rui Borges. Não é com o treinador, é com o Rui Borges", lamentou.

"Isto acontece desde que cheguei ao Sporting e isso magoa-me. O meu filho joga futebol e foi enxovalhado no último jogo de futebol por ser filho de quem é. E isso não admito, isso é grave. Porque vivemos numa sociedade... e não vou a palavra que tenho vontade de dizer", continuou.

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Por fim, frisou: "De resto, insatisfação, ruído, pela comunicação social, ao fim de dois meses no Sporting já tinha sido despedido quando perdi pontos, e fui campeão nacional. Passa-me completamente ao lado."

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