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Catarina Furtado alerta para burla com a sua imagem
Catarina Furtado
Foto: Instagram
Catarina Furtado

Estrelas Vídeo de Catarina Furtado a apelar ao voto motiva 75 queixas na CNE: caso segue agora para o Ministério Público

20 de Fevereiro de 2026 às 10:35
Comissão Nacional de Eleições deixa no ar a hipótese de que a polémica partilha da estrela da RTP poderá “configurar propaganda eleitoral” e já tomou uma decisão. Entenda o caso

O vídeo de Catarina Furtado em que refletia sobre a importância do voto em dia de eleições presidenciais partilhado no domingo, 8 de fevereiro, data da segunda volta das eleições presidenciais continua a dar que falar. E, segundo avança a SIC, o caso vai mesmo avançar para o Ministério Público (MP).

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A Comissão Nacional de Eleições (CNE) recebeu 75 queixas contra Catarina Furtado por “alegada propaganda no dia da eleição”, 74 das quais por parte de cidadãos e uma pela candidatura de André Ventura. Perante o impacto desta partilha, a CNE pediu à estrela da RTP que removesse o conteúdo, algo que esta acatou de imediato.

Na altura, a apresentadora assegurou de imediato que a sua “única intenção foi incentivar o exercício do direito de voto, num apelo contra a abstenção, pretendendo apenas promover a participação cívica.” De então para cá, nunca mais fez qualquer partilha pública sobre o tema. 

Todavia, dez dias depois de o caso ter vindo a público sabe-se agora que a CNE o remeteu para o Ministério público. A decisão prende-se com o facto de a Comissão Nacional de Eleições deixar no ar a possibilidade de que, ao fazer este discurso no dia de eleições em que “atribuiu uma conotação valorativa, positiva e negativa aos candidatos” poderá “configurar propaganda” no dia de eleições, até por ser “do conhecimento público” o seu apoio a António José Seguro.

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