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Maria Rueff e Julieta Rueff
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Estrelas Agora empresária de sucesso, sobrinha-neta de Maria Rueff desistiu de seguir pisadas da atriz após medo causado por perseguidor

08 de Maio de 2026 às 17:30
Julieta Rueff granjeou inúmeros elogios pelo seu projeto anti-assédio, apesar de família a ter tentado levar para o mundo das artes
seguir:
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Empresa
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Stalker

Julieta Rueff, sobrinha-neta de Maria Rueff, foi alvo de mediatismo, inclusive destacada pela lista da Forbes '30 Under 30', após o sucesso da sua empresa FlamAid, que vende alarmes pessoais anti-assédio para mulheres em forma de uma granada que emite um som de 110 decibeis e a localização GPS. A jovem empresária esteve no podcast 'Geração 2000', de Manuel Rosa, e relatou que, caso não tivesse tido esta ideia, teria seguido as pisadas dos familiares artistas: "Estaria no mundo das artes, a minha família é muito ligada às artes."

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"Lembro-me de ir com a Maria a gravações dela das novelas, e ir ver os teatros dela, estar no 'backstage' e a mim despertava-me interesse. Sempre pensei que iria para um caminho mais público, ou artes ou senão talvez música, que também estive no Conservatório e era uma paixão", descreveu Julieta.

Isto apesar de todas as oportunidades providenciadas pela família: "Os meus pais tinham vidas profissionais muito atarefadas, abriram muitas portas para mim. 'Queres experimentar música? Fazemos música, vamos até ao final com a música', igual para a dança. Quando tinha 16 anos, queria aprender chinês pela primeira vez e mandaram-me para a China."

"O maior problema que me aconteceu na vida que foi passar medo, acabou por ser o maior propósito da minha vida", concluiu.  Na fase inicial da entrevista, Julieta Rueff relembrou por inteiro este pânico que mudou a sua vida: "Ao sair da adolescência e entrar na etapa adulta, senti medo pela primeira vez. Sempre fui uma pessoa bastante despreocupada, e nessa altura foi quando eu começo a reparar que há um gajo que me segue a casa, este homem segue-me da universidade a casa e vice versa, era um stalker."

"Era uma pessoa que sofria de esquizofrenia, depois vinha saber mais tarde, e que estava completamente obcecado. Foi a primeira etapa da minha vida onde eu senti medo e toda essa energia criativa que eu tinha ideias,mas não tinha onde ir porque não havia uma missão. Então, finalmente, aí nasceu um género de missão que é ninguém passar por este medo que eu estou a sentir", concretizou.

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