Estrelas Como Daniel Oliveira deu a volta a Fátima Lopes e a convenceu a regressar aos programas diários apesar das condições impostas pela apresentadora
Aos 57 anos de idade, Fátima Lopes vive uma nova fase da sua vida, cada vez mais afastada do pequeno ecrã. Ainda assim, tem novos projetos e estreia este sábado, 1 de agosto, um novo formato nas tardes da SIC, 'Caminhos de Portugal', em que corre o país com uma série de reportagens a mostrar histórias de vida reais.
Este esquema de trabalho é algo que a deixa-feliz, até porque faz o que mais ama: “Faço para a SIC as minhas reportagens sobre a portugalidade, que adoro [ver caixa]. Gosto de andar pelo País a conhecer pessoas incríveis que me ensinam tanto. Eu tenho muita sorte, faço um trabalho em que conheço gente extraordinária", começa por garantir à 'Flash', acrescentando: "A minha vida hoje em televisão é falar com estas pessoas. Isto é tudo o que eu quero fazer e continuo a fazer televisão. Mas faço a televisão que a mim me faz sentido fazer agora.”
Até agora, as reportagens iam para o ar no 'Alô Portugal', mas agora ganham mais espaço na antena do canal logo após o 'Estamos em Casa', de Andreia Rodrigues.
Para além deste projeto, Fátima Lopes prepara-se para voltar às manhãs. Entre 10 de agosto e 24 do mesmo mês, vai estar ao comando do 'Casa Feliz', substituindo Diana Chaves e João Baião nas férias. O convite foi surpreendente e Daniel Oliveira teve que a conseguir convencer, até porque a comunicadora não quer voltar a formatos deste género. "Ter um programa diário? Diário, não, disse isso ao Daniel Oliveira. A vida já me ensinou que: Nunca digas nunca!”, soltou, justificando-se: "Neste exato momento, não faz sentido porque tenho muita liberdade nos meus projetos. Se aceitas um programa diário sabes que todos os dias, àquela hora, tens de lá estar. A minha vida é isto e eu gosto disto, de não ter duas semanas iguais”, frisou.
"A SIC sempre percebeu que eu não estava disposta a fazer em permanência um programa diário"
Aliás, à 'Nova Gente', Fátima Lopes confidencia que esta realidade sempre esteve bem presente nas conversas que teve com o diretor de programas: "A SIC sempre percebeu que eu não estava disposta a fazer em permanência um programa diário. Uma coisa é fazer agora, durante um período mais curto, outra coisa é em permanência", atirou.