Casados à Primeira Vista Concorrente do Casados à Primeira Vista recusou o cachet e pagou milhares para sair do reality show da SIC: a história que faltava contar
Foi uma participação relâmpago, mas carregada de polémica. António Rosa, de 67 anos de idade, esteve no ‘Casados à Primeira Vista’ por pouco mais de quatro dias: o do casamento e o da viagem para a lua de mel, para além da gravação da prova do fato. Mas a sua saída foi tudo menos pacífica.
Segundo informações que chegaram a vir a público, o algarvio teria sido expulso depois de um comportamento agressivo para com elementos da produção do reality show. Algo que o próprio nega agora em declarações à ‘TV 7 Dias’. “Nunca agredi ninguém”, começa por dizer, acrescentando que no dia em que tudo aconteceu, foi provocado por Carlos no hotel em que estavam em Maiorca. “Eu passei-me e disse-lhe ‘Tu és um velho do c*****, não tens tesão, estás aí todo contente...’. Depois vi as câmaras todas apontadas a mim e ainda bem que isso não passou, excedi-me, mas acalmei-me. Depois um elemento da produção para termos atenção às conversas impróprias, mas eles não passam essa voz e mandou-me calar. Realmente, desatinei com ele, disse uma data de palavrões, mas nunca avancei para ele, até porque estava ciente de que tinha uma data de câmaras e apontar e que aquilo era crime”, aponta.
Foi nesse momento que decidiu ir embora. “Vim para o quarto, e mesmo assim, em consideração à Shine Iberia, no dia seguinte, fiz uma gravação, no dia seguinte fiz uma gravação a deitar a aliança ao mar porque me pediram para fazer a despedida”, defendendo que não foi expulso “nem pela SIC, nem pela Shine Iberia.” “Eu rescindi o contrato com eles”, garante.
"Nunca me pagaram, eu não quis. Não recebi nem um tostão e fiz questão de assinar um documento a recusar qualquer pagamento ou transferência"
Aliás, António Rosa abdicou mesmo de receber o cachet a que teria direito e gastou uma quantia avultada para se ir embora da experiência. “Paguei o voo [de volta de Maiorca para Lisboa] da minha algibeira, a produção tentou convencer-me... Queriam mudar-me de hotel, houve ali umas manobras de manipulação, mas eu disse ‘não, acabou-se'. Fui eu que paguei o Uber em Maiorca para o aeroporto, que me custou 170 euros e paguei três vezes mais o que se paga de voo de lá para Lisboa”, descreve, reiterando: “Nunca me pagaram, eu não quis. Não recebi nem um tostão e fiz questão de assinar um documento a recusar qualquer pagamento ou transferência da Shine. As despesas e transtornos que eu tive foram todos assumidos por mim”, solta.
A rematar, ainda deixa uma garantia: “Saí-lhes muito barato. Eu tinha idade para ter juízo. Não ia receber o cachet que eles recebem, entrei mais tarde. E está lá muita gente só por cachet. Mas têm de estar lá desde o início ao fim. Eu tive muito pouco tempo”, finaliza.