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Casados à Primeira Vista Foi a filha que o salvou! Carlos emociona-se ao recordar paixão com a falecida mulher antes do Casados à Primeira Vista

21 de Abril de 2026 às 16:12
Noivo de Quinita na experiência da SIC relembra com saudade o casamento de mais de 25 anos com Maria Albertina, amiga de António Variações

Carlos, participante do 'Casados à Primeira Vista', emocionou-se durante a sua entrevista ao programa 'Júlia', ao recordar a sua falecida mulher, Maria Albertina, a amiga de António Variações sobre a qual escreveu a famosa canção. "Estou viúvo desde 2003. Conhecemo-nos na escola, ela tinha 15, eu tinha 17. Ela era fantástica", referiu o noivo de Quinita no programa, garantindo: "Sofro todos os dias." De seguida, relatou a história desta grande paixão.

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"Conhecemo-nos no Cacém, namorámos sete anos, depois casámos", contou, agregando que, fruto da rigidez dos seus sogros, o primeiro beijo na boca foi no casamento. Depois, uma nova aventura: a da paternidade. "Entretanto, fomos para o Algarve, estive lá com ela. A minha mulher ficou grávida, a minha filha nasceu, e quando ela nasceu, eu estava no Algarve. Ligaram-me a dizer que a minha mulher teve uma menina, tive muito apoio dos meus sogros e dos meus cunhados."

Antes do matrimónio, em 1975, Carlos, que trocava cartas de amor com Maria, revela que enviava para uma amiga, que ainda hoje é viva, e ele ia lá buscar. Aliás, a sua passagem pela tropa havia obrigado os dois a estarem distantes durante algum tempo. "Fomos de lua de mel para um hotel em Albufeira, que não é a Albufeira de agora", descreveu, adindo: "Podíamos ter tido mais filhos, mas foi o destino que quis. Estivemos casados mais de 25 anos, fizemos as Bodas de Prata, na praia do Meco."

Carlos e Maria Albertina, em imagem enviada à SIC 1/1 - Foto : SIC Carlos e Maria Albertina, em imagem enviada à SIC

Júlia Pinheiro questionou-o sobre o grande sofrimento com a morte do amor da sua vida: "Faz parte da vida. Claro que não estava preparado, ninguém está. Os médicos deram-lhe dois meses de vida, ela durou cinco anos e 20 dias."

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"Foi como se tivesse caído num poço, fiquei muito em baixo. Quem me salvou do poço foi a minha filha", revelou, dizendo depois como conseguiu perseverar após esta situação muito difícil: "Foi o amor da minha filha e não só, foram as outras pessoas, o mundo, a vida. Tive de continuar a viver, como dizia o António Variações, 'vou viver, até quando eu não sei'." Pelo meio, Carlos garantiu que a filha, Vanessa, pediu para não ser envolvida nesta sua participação televisiva: "Ela disse: 'Oh, pai, tu gostas é de revistas e de televisão, não me metas nisso."

Por fim, relembrou uma das ocasiões em que Maria Albertina foi ao cabeleireiro de António Variações, sendo que, como diz, gostavam muito um do outro. "Houve um dia em que fui por a minha mulher ao cabeleireiro. Fomos ao Baeta, no C.C. Alvalade. Ela tinha o cabelo comprido e forte, quando fui buscá-la estava careca. 'Oh, Tina o que é que aconteceu?' Ela respondeu: 'O António quis dar-me uma carecada, diz que agora é moda.' Eu disse-lhe que a adorava careca, com cabelo, sem cabelo... quando ela ficou doente, as circunstâncias eram outras", completou.

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