Estrelas Jornalista da SIC agredido em direto vive pesadelo e esteve de baixa durante um ano: o calvário de Nuno Pereira que o afastou dos ecrãs
O dia 17 de junho de 2024 jamais sairá da memória de Nuno Pereira. Habituado a cobrir grandes eventos desportivos, para além de ter estado em muitas outras frentes, como a guerra na Ucrânia, o jornalista viveu um momento com o qual nunca sonhou. Em pleno Euro 2024 na Alemanha, foi agredido por um grupo de adeptos turcos que o empurrou enquanto estava a fazer um direto para a SIC e fez com que deslocasse um ombro.
À época, a polícia alemã foi chamada ao local e Nuno Pereira levado de ambulância para o hospital University Hospital Leipzig, onde os médicos revelaram que tinha um ombro deslocado. Chegou a ponderar-se que teria de ser operado, mas acabou por ter alta hospitalar, ainda que tenha continuado em reportagem até ao final desse campeonato.
Depois disso, o jornalista ainda fez dupla com Joana Latino na rubrica do ‘Jornal da Noite’ ‘Olá SIC!’, mas acabou por se ausentar desde então e nunca mais surgiram informações do seu estado de saúde.
Até agora. Nuno Luz, colega de reportagem, revelou detalhes sobre o seu estado em declarações ao podcast ‘Jogo Pelo Jogo’. “Ele não vai a este mundial, [porque] tem estado de baixa. Foi atacado por uns turcos e a verdade é que ele esteve quase um ano de baixa e vai ficar marcado para o resto da vida”, começou por referir, explicando que essa situação gerou muitos problemas na época.
O jornalista da SIC detalha que depois deste incidente passou a haver um cuidado maior por parte da federação e os jornalistas tiveram a possibilidade de trabalhar longe dos adeptos para evitar novos problemas. “Depois disto, os jornalistas começaram a ter um espaço reservado para poder filmar o autocarro, para poder estar numa zona reservada e não estar na zona de confusão, ainda por cima com os turcos que já tinham feito imensa confusão em redor do hotel da federação, arrancaram lona. E tinham o dom de chatear os jornalistas, atirar pedras...”, descreveu.
Ainda hoje, Nuno Pereira sofre com as consequências desta situação. “Ele ficou mal, não consegue quase levantar o braço”, descreveu.
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