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Casados à Primeira Vista Insultos, fotografias rasgadas e ordem de despejo: Carlos e Paula protagonizam momento histórico no Casados à Primeira Vista

29 de Junho de 2026 às 08:43
Casal atingiu um limite e o mediador imobiliário não aguentou mais fingir um romance com a terapeuta sentimental, arrasando-a e expulsando-a mesmo de casa por ela ter dito que sentia repulsa dele. É algo que nunca antes havia acontecido na história do programa
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Tiago Henriques
Casados à Primeira Vista
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Nunca se viu nada assim na história do ‘Casados à Primeira Vista’ em Portugal. Carlos Henriques, de 77 anos de idade, continua a dar que falar e, no episódio transmitido pela SIC este domingo, 28 de junho, atingiu um limite. Depois de ter andado aos beijos com Paula Martins, de 64 anos de idade, veio a descobrir que a mulher afirmara sentir “repulsa” por ele. De imediato, revoltou-se. “Na minha vida, nunca nenhuma mulher me disse que sentia repulsa por mim”, afirmou.

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Confrontada pelos especialistas, a concorrente explicou-se que não consegue ver o companheiro de experiência “como marido” e que, por isso mesmo, lhe pediu para não dormir na casa que partilhavam. “Não consigo estar em casa com uma pessoa 24 horas sem estar apaixonada. Tem tudo que ver com o facto de não me sentir confortável a dividir o mesmo espaço com o Carlos”, afirmou.

O tema levou os Especialistas a acusarem o casal de ter fingido uma relação e, após tentativas de explicação de ambas as partes, Paula desabafou: “Se eu estivesse aqui a fazer teatro, a promover-me, eu dormia com o Carlos desde o primeiro momento, fingia que estava apaixonada por ele e agora dava-lhe com os pés.” A verdade é que ela tentou sair do programa, mas como o mediador imobiliário escreveu “ficar” foram convidados a permanecer durante mais uma semana.

De imediato, o participante impôs uma condição: não queria mais dormir no mesmo apartamento do que a mulher. E foi aqui que se viveu um momento nunca antes mostrado no formato. Carlos obrigou Paula a ir viver para outro apartamento e, enquanto esperava que ela saísse, foi lançando novas acusações. Desde o facto de a mulher não lavar a loiça, não cozinhar ou não fazer sequer as tarefas domésticas, passando ainda pelo momento em que mexeu nos sacos da companheira e ainda gozou com os anéis que esta usava. “Isto é um anel de alguém de jeito, é de uma pessoa normal?”, ironizou, enquanto os mostrava para as câmaras.

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A custo, Paula ia retirando as suas coisas e atirando várias peças de roupa para as escadas. No fim, ainda viu o companheiro a obrigá-la a devolver-lhe a chave de casa. “Agora sempre que sair, vou deixar a porta trancada”, prometia ele. E, antes de fechar a porta, ainda retirou a placa com o nome do casal. De volta ao interior do espaço, rasgou as fotografias do casamento e todas as recordações que ainda existiam no espaço. “Vou deitar tudo para o lixo. Aquela senhora não merece nada, nem o chão que pisa. É aldrabona, mentirosa, ofende-me de coisas que nunca ninguém me ofendeu”, acusou, acrescentando que não estava apaixonado por ela, mas sim no caminho para que isso acontecesse.

Não obstante ainda pôs em causa tudo o que a mulher lhe havia contado. “Ela não bate bem da cabeça, nem sabe quem ela é. Não se conhece nada da família, é só mistérios, mentiras e vergonhas. Diz que tem uma filha, nunca apareceu, que o irmão é uma pessoa muito conhecida, mas não quer aparecer. Nem sei se existem ou não. Nem quero saber”, soltou.

Enquanto isto, Paula tentava manter a calma e garantia estar tranquila. “Não me senti humilhada pelo Carlos, as ações é para quem as pratica. É normal, está a sentir-se rejeitado. Cada pessoa tem a sua maneira de lidar com a rejeição. Arrumei tudo aquilo que ele disse, calada e respeitando o que ele estava a sentir”, apontou, assumindo que se sentia em paz ao chegar a um novo apartamento. “É preciso muita coragem para não viver de aparências”, rematou, numa clara indireta para o companheiro de experiência.

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