Exclusivo Nova bombeira da SIC? Fátima Lopes fala da sua nova vida no canal e não deixa nada por dizer
Durante quinze dias, Fátima Lopes regressou ao daytime, um registo que não assumia há cinco anos. A TV Guia acompanhou um dos dias de azáfama entre caras conhecidas, projetos e ideias inovadoras. A apresentadora foi a estrela de ‘Casa Feliz’, substituindo Diana Chaves e João Baião durante duas semanas – uma espécie de “apaga-fogos” na SIC.
Contudo, Fátima não se vê como um bombeiro da estação, mesmo tendo sido chamada para uma substituição. “Não tenho nenhum preconceito com a palavra bombeiro. Aliás, no início da minha carreira comecei por fazer isto mesmo: substituía quem não estava. A verdade é que o importante é termos profissionais a fazer programas. No meu caso, sou freelancer, o que me permite esta disponibilidade. E depois, desta vez, o convite do Daniel Oliveira foi engraçado, pois estava há cinco anos sem fazer um diário. Achei que era um desafio que permitia ao espetador matar saudades minhas e eu deles”, revela.
Claro que rapidamente recordou o ritmo da vida que levava quando era a “rainha das manhãs”, tanto na SIC como na TVI: “É uma lufa-lufa. Tinha saudades da proximidade do público, mas neste momento não me via a fazer isto mais não sei quantos meses... anos... Porque é um tipo de programa que exige muito e não nos deixa fazer mais nada, e eu gosto do meu tempo”, explica a apresentadora.
"Tinha saudades da proximidade do público, mas neste momento, não me via a fazer isto mais não sei quantos meses... anos..."
“Durante estas duas semanas reagendei tudo o que tinha. Não dá para fazer mais nada. Eu chego aqui [ao Parque Holanda, em Carnaxide, onde é gravado o programa] às sete e meia e saio à uma e meia. Trato de meia dúzia de coisas, respondo a e-mails e começo logo a estudar os textos para o dia seguinte. De repente, são oito da noite. Não consigo fazer mais nada. Ou seja: todos os trabalhos que faço habitualmente com empresas tiveram de ser reagendados para setembro. Um programa destes prende-nos muito, mesmo quem anda nisto há muito tempo”, acrescenta.
O dia em que voltou à apresentação do formato foi estranho, confessando à TV Guia o que sentiu, apesar da vasta experiência: “Tive noção de que já não fazia aquilo há muito tempo. Perguntava-me mesmo se ia conseguir apanhar o ritmo. Mas, ao segundo dia, parecia que já fazia isto há anos. Foi como andar de bicicleta.”
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