Estrelas Ameaças de morte. O inferno que Vítor Bruno e a família viveram no FC Porto
Após uma sequência de resultados negativos, André Villas-Boas acedeu às pretensões de uma grande fatia da massa adepta, premiu o gatilho metafórico e colocou um ponto final na estada de Vítor Bruno enquanto treinador principal do FC Porto, ele que foi o eleito do presidente dos dragões para suceder a Sérgio Conceição (de quem foi adjunto) no passado verão, projeto que ficou irreversivelmente comprometido após mais uma derrota portista diante do Gil Vicente, em Barcelos. Entretanto, o argentino Martín Anselmi foi já apresentado nesta segunda-feira, dia 27, como o novo treinador definitivo dos azuis e brancos depois de uma curta passagem de José Tavares enquanto interino.
Para Vítor Bruno, esta saída pode representar uma desilusão por não ter conseguido materializar as suas ideias para o FC Porto, mas será também um alívio para si e para a sua família, que atravessaram meses de grande tensão. Segundo a 'Vidas', do 'Correio da Manhã', os familiares do técnico sofreram ameaças de morte e tiveram mesmo de apostar numa equipa de segurança diária.
Esta situação delicada estendeu-se ainda ao pai de Vítor Bruno, o ex-treinador Vítor Manuel, que alterou as suas rotinas em Coimbra, onde reside, para que não fosse alvo de deixas relativas ao desempenho do seu descendente no comando técnico dos dragões. Pelo meio, Elsa Varela, a mulher de Vítor Bruno, teve também de lidar com a sua quarta gravidez, com o parto a ter acontecido já neste mês.
Recorde-se que Vítor Bruno já havia sido o alvo da ira dos adeptos, numa situação de grande tensão à entrada do Olival, no início de novembro, na sequência do pesado desaire ante o rival Benfica, na Luz. Nos maus resultados que se seguiram, houve contestação dentro e fora dos recintos onde o FC Porto jogou, incluindo uma receção com insultos e uma tocha arremessada perto do Estádio do Dragão, depois da eliminação contra o Moreirense para a Taça de Portugal.
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