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Estrelas As últimas horas da filha de Delfina Cruz até desaparecer: do encontro com o namorado às pontas soltas que levam as autoridades a não descartarem hipótese de crime

22 de Janeiro de 2026 às 16:02
Maria Custódia Amaral está em parte incerta desde segunda-feira e há novos dados sobre a investigação

Maria Custódia Amaral, filha de Delfina Cruz, está desaparecida desde segunda-feira, 19 de janeiro. A situação foi perscrutada no programa 'Casa Feliz', da SIC, com o repórter Luís Maia a dar informações sobre a situação atual da investigação.

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"Esta história tem muitas pontas soltas. Os familiares de Maria Custódia Amaral esperam que possa regressar a casa, de saúde e sem julgamentos sobre o que possa ter acontecido", começou por dizer, acrescentando: "Todas as linhas de investigação estão abertas. Ou seja, tem de se encarar a possibilidade de um desaparecimento voluntário como é evidente, mas também está a ser considerada a possibilidade da intervenção de terceiros pelas autoridades, está a ser equacionada a possibilidade de um crime."

O repórter continuou: "De manhã, levanta-se, sai de casa e toma o pequeno-almoço com o namorado, que terá pernoitado na casa dela na Lourinhã, mas que não seria a habitação habitual dele. A seguir, vai deixá-lo a casa, estamos a falar de uma relação que não é muito antiga no tempo, é recente, dos últimos meses, mas pautada por algumas manifestações de ciúme, por parte deste homem. "

Depois, assinalou: "Esta senhora é consultora imobiliária e vai depois angariar uma casa, vai visitar os proprietários de uma casa que têm interesse em vendê-la e vai falar com eles no sentido de ficar com a exclusividade de publicitar essa casa e vender na agência imobiliária para a qual trabalhava, que fica nas Caldas da Rainha, a cerca de meia hora de distância, aqui na Lourinhã."

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O profissional do matutino da SIC frisou: "Ela, efetivamente, foi angariar a casa e esteve com estas pessoas. A localização celular do telefone dela aponta para isto, para as Caldas da Rainha, é lá que o telemóvel está desde o dia 19. Sabemos que a mulher que está desaparecida saiu aqui de pé da localidade de Paço, na Lourinhã, e se dirigiu para lá. O telefone está localizado num raio de 1 quilómetro quadrado na zona urbana, centro da cidade das Caldas da Rainha."

"Uma coisa é sabermos isto, outra é sabermos onde está Maria Custódia Amaral, porque nem ela, nem o telefone e, já agora, nem o carro onde ela se fazia transportar foram, para já, encontrados. As autoridades estão para já neste impasse: sabem a localização celular, mas não há vestígios desta mulher", agregou.

Por fim, descreve: "No dia a seguir, chega a participação das autoridades e quem vai ao posto de GNR da Lourinhã são o namorado e um colega de trabalho. No trabalho, também se aperceberam da ausência desta mulher. A maioria dos consultores imobiliários depois de angariar uma casa vai descarregar esta informação no sistema, porque é importante pôr a casa à venda, colocar as fotografias e a informação para se poder fazer negócio. Isso não aconteceu naquele dia nem no dia seguinte."

Perante uma questão de Hernâni Carvalho sobre se as autoridades já verificaram se não estaria em casa, declarou: "Já foram a casa da senhora, não está por lá em nenhum sítio visível. Os militares da GNR foram tanto à casa que foi angariada por ela como à casa dela, foram tentar reconstituir o caminho que terá hipoteticamente feito até chegar àquela área de um quilómetro quadrado."

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