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Estrelas Caso Maria Amaral: O que o namorado disse à polícia para justificar a tese de crime no desaparecimento da filha de Delfina Cruz e os cenários em cima da mesa

22 de Janeiro de 2026 às 22:00
Tânia Laranjo revelou no ‘Grande Jornal’ da CMTV novos dados sobre a investigação

Adensa-se o mistério em torno do desaparecimento de Maria Custódia Amaral, de 54 anos de idade. Desde segunda-feira, 19 de janeiro, que não há notícias da filha da malograda atriz Delfina Cruz. Na noite desta quinta-feira, 22 de janeiro, Tânia Laranjo esteve no ‘Grande Jornal’, da CMTV em que revelou os últimos dados da investigação.

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Neste momento, avança a jornalista, a suspeita das autoridades é de que “haverá indícios da intervenção de terceiros” neste desaparecimento. “Ela terá estado com um ex-companheiro com quem terá reatado a relação - não é absolutamente claro - terá reatado com ele, terá tomado o pequeno almoço com ele na segunda-feira de manhã. Admite-se que tenha passado essa noite com ele”, descreve Tânia Laranjo, que revela ainda o que este homem terá confidenciado às autoridades.

Foi o namorado da filha de Delfina Cruz que denunciou o desaparecimento e, no seu depoimento, ter-se-á referido a um carro que a companheira “teria comprado recentemente.” “Teria tido umas ameaças na sequência [da compra] desse carro”, aponta. Ainda assim, segundo a jornalista, esta “é uma tese que foi seguida pela polícia, mas que para já não será a mais consistente.” “[A mais consistente] Será a de que Maria tinha sido levada por alguém, ou raptada, ou sequestrada, ou que lhe tivessem feito mal [...]. É isso que está a ser investigado”, afiança Tânia Laranjo.

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Ainda de acordo com a mesma profissional, face aos indícios que existiram “não houve dúvidas da intervenção da unidade de combate ao terrorismo, [...] que acima de tudo combate a criminalidade violenta, investiga raptos, sequestros, a possibilidade de ela ter sido levada à força a determinado momento”, explica a jornalista, lembrando que para além de Maria Custódia Amaral, também o carro e o telemóvel estão desaparecidos. “Neste momento a judiciária estará a investigar pessoas do círculo próximo dela para tentar perceber o que aconteceu”, referiu ainda Tânia Laranjo.

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