Quem Quer Namorar com o Agricultor? “O meu filho foi expulso da creche por minha culpa”: Agricultor João Menezes envolvido em polémica no Alentejo
Foi em março de 2019 que João Menezes se deu a conhecer aos portugueses. O madeirense foi um dos concorrentes da primeira temporada de ‘Quem Quer Namorar com o Agricultor?’, ainda encontrou o amor com Tatiana Valério, mas acabaram por se separar. Entretanto, voltou ao programa na temporada ‘Tudo Por Tudo’, em 2021 e voltou a apaixonar-se.
Soraia Moura Lopes roubou o seu coração e, embora inicialmente não tenham ficado juntos, acabaram por ceder aos sentimentos e ainda hoje estão lado a lado. A família, de resto, já aumentou e têm um filho, Manuel João, de 19 meses. Neste momento, estão à espera de mais um bebé, mas vivem dias difíceis.
E foi o agricultor quem quis expor toda a situação. Embora tenha sido sempre muito discreto sobre a sua vida, João Menezes recorreu à rede social Facebook para denunciar um caso polémico que o opõe à direção da creche que o filho frequentava bem perto do local onde residem, em Montemor, no Alentejo.
“Há momentos na vida que temos de falar e expor as injustiças e maldades que nos rodeiam, e que muitos presenciam e vivenciam silenciosamente. Ser pai mudou a minha perspetiva sobre algumas questões da vida, mas não mudou a minha indignação perante situações e pessoas que não merecem a consideração de ninguém”, começa por afirmar, indo direto ao assunto: “Falo-vos de um caso em concreto: o meu filho foi expulso da creche por minha culpa.”
Se dúvidas restassem, o madeirense insiste que o menino foi mesmo expulso e que tudo começou quando o pai começou “a questionar a direção da escola sobre algumas questões do dia a dia da instituição, algo que não caiu nada bem à direção.” “Talvez porque nunca ninguém tivera a coragem de o fazer ou porque não tinham voz para falar. Ou até porque não convinha falar”, frisa.
Recordando em seguida que não tem uma um suporte familiar próximo para cuidar da criança e que, ao entregar o menino a uma instituição confiou “cegamente nas pessoas que lá trabalham, desde as assistentes operacionais, as auxiliares e as educadoras, passando inevitavelmente pela direção da escola.” Mas é aí que, aponta o ex-concorrente de ‘Quem Quer Namorar com o Agricultor?’, “entra a diferença entre as boas e as más pessoas.”
“Quando pessoas com mau ímpeto estão à frente destas instituições, sentem um poder tremendo por nos ‘terem na mão’, por sentirem que precisamos desesperadamente deste serviço, e usam e abusam desse pseudo-poder a seu belo prazer, a manipular e mal tratar os pais, que sempre sucumbem a estas intimidações, por necessidade e desespero”, critica.
"O meu filho foi expulso da creche onde estava porque eu, no decorrer de uma reunião de pais, chamei de incompetente à direção da instituição, e justifiquei o porquê, legitimamente"
A verdade é que o pior aconteceu quando João Menezes provocou um escândalo numa reunião de pais. “Hesitei, hesitei muito pelo meu filho conviver e estar diariamente à mercê destas pessoas, mas ao mesmo tempo acreditei que não fossem tão estúpidas ao ponto de fazerem mal a um pequeno ser completamente indefeso e que não tem culpa nenhuma da maldade humana. O meu filho foi expulso da creche onde estava porque eu, no decorrer de uma reunião de pais, chamei de incompetente à direção da instituição, e justifiquei o porquê, legitimamente”, afiança.
O momento foi de grande tensão e, alega o agricultor, o que aconteceu após essa reunião “só confirma o que afirmei, e mais, mostrou o verdadeiro mau carácter, falta de humanidade e total maldade com que essas pessoas são feitas.” “À minha voz de indignação juntaram-se outros pais, que mesmo coagidos e ameaçados decidiram falar, e que também têm visto os seus filhos serem expulsos da instituição. Outros têm sido persuadidos a não falar com a ameaça que os seus filhos também serão expulsos”, refere, visivelmente desiludido.
Desde que tudo isto aconteceu, João Menezes já recorreu “a todos os meios legais” que tem ao seu alcance. O caso está agora “na mão das autoridades competentes” que poderão “fazer novamente daquela instituição uma casa de confiança, com honestidade e transparência, com uma direção integra e capaz, em prol da sociedade e dos nossos filhos.”
Este é um momento de grande tristeza, porém, o agricultor e a companheira já arranjaram uma solução e acreditam mesmo que “há males que vêm por bem.” “O nosso pequeno Manuel está agora numa instituição com pessoas de bem, gente boa, que nos deixam de alma tranquila e de coração quentinho pelo modo como recebem e tratam dos nossos filhos, com uma atitude que nos comove e fazem-nos acreditar que há de facto pessoas boas neste mundo, e que podemos confiar para deixarmos os nossos filhos”, remata.
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