Estrelas O segredo que Maria Amaral escondeu do próprio filho e que só foi descoberto após o seu desaparecimento
O mistério em torno do desaparecimento de Maria Amaral, de 54 anos de idade, adensa-se de dia para dia. A filha de Delfina Cruz continua a monte e há novos detalhes neste caso que está a chocar o país. Um deles é que a agente imobiliária escondeu de todos aqueles que lhe são próximos que reatou o romance com um antigo companheiro e que estariam novamente juntos.
De acordo com a jornalista Tânia Laranjo, que fez novas revelações no ‘Grande Jornal’, da CMTV, nem o filho, Bernardo, nem os restantes familiares da agente imobiliária, sabiam que ela estava novamente nos braços de um ex-companheiro com quem teve uma relação muito conturbada.
Foi um colega de trabalho de Maria Amaral, que deu pela sua falta e se dirigiu à casa onde esta vivia que se deparou com o homem no local. “Encontra o namorado na casa, este namorado com quem ela teve uma relação no passado, reatou agora, e que seria ainda escondida da família”, começou por descrever a jornalista, acrescentando que este é um homem “de facto muito possessivo, violento, problemático” e que terá inclusivamente em 2024 feito “várias ameaças de morte para várias pessoas próximas” da filha de Delfina Cruz. “Ameaçou o filho , ameaçou um ex-namorado dela e ia mesmo aos clientes, cada vez que sabia que existiam, ameaçava as pessoas”, descreve.
Este será o motivo para a agente imobiliária manter a reconciliação em segredo. Mas há ainda outros comportamentos inesperados por parte deste homem. É que quando o colega de Maria Custódia Amaral o encontrou em casa dela, apresentou-se de uma forma “estranha” e foi mesmo “forçado a fazer a queixa” nas autoridades. “Quando o colega vai a casa, ele diz que não sabe dela, e já não sabe dela há um dia, mas que ainda não ligou à GNR porque não tem saldo no telemóvel. E é o colega que de alguma forma o obriga e o leva com ele para irem ambos à GNR. É ele como namorado que acaba por apresentar queixa”, esclarece a jornalista da CMTV.
Este homem não terá sequer contactado com a família da namorada, para além de ter bloqueado “as redes sociais todas”. Tânia Laranjo esteve junto à casa onde reside e os vizinhos garantem que “tenta passar o mais despercebido possível e nem sequer à família da Maria ele contou quando é que esteve com ela, o que é que fizeram.”
Os familiares de Maria Custódia Amaral suspeitaram desta reconciliação ao aperceberem-se do seu desaparecimento “porque a descrição que era feita do homem e provavelmente a GNR depois desta queixa de desaparecimento, tinha de contactar o filho, porque o filho era a pessoa mais próxima dela e há de lhe ter dito o nome desta pessoa que tinha apresentado queixa, percebeu de imediato que se trata do relacionamento problemático que ela teria terminado em 2024, mas que teria reatado agora em dezembro”, frisou ainda.
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