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Foto: Duarte Roriz

Estrelas Sara Norte aprendeu com os erros do passado e brilha a trabalhar num restaurante: “Há quem vá de propósito para me ver”

04 de Julho de 2026 às 18:36
Em exclusivo à TV Guia, a atriz fala da nova fase da sua vida e não se arrepende de ter voltado a trabalhar num restaurante
Texto Hugo Alves

Aos 41 anos de idade, Sara Norte é uma mulher de bem com a vida e certa de que os erros não a definem, tendo tido a força e a capacidade para se reerguer depois de ter estado presa. E é por isso que não baixa a cabeça ou os braços, lutando por aquilo que quer e em que acredita.

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Uma dessas coisas é a série ‘Desnorte’, baseada na sua vida e em que tudo será contado, mesmo o pior e mais difícil. “Foi muito forte emocionalmente. Eu também sofro. As pessoas pensam que sou invencível, mas eu sinto as coisas, tenho as minhas fragilidades. E agora, quando for ver a série, vai ser outra vez a realização de um sonho. É uma vitória”, conta Sara Norte à TV Guia.

Enquanto o projeto não se estreia e ainda a comentar o mundo dos famosos no ‘Passadeira Vermelha’, a atriz voltou a trabalhar num restaurante na Costa de Caparica. A decisão não podia ter sido mais acertada e a artista mostra-se muito satisfeita. Até porque para lá da ajuda financeira, tem ainda recebido muito carinho dos clientes. “Há pessoas que vão de propósito ao restaurante para me ver. Conhecem-me desde pequenina e tenho a grande sorte de, apesar de às vezes, nas redes sociais, serem duras, na rua as pessoas gostam de mim e só tenho ouvido palavras boas... Que não tenho de ter vergonha de ter nenhum trabalho, que gostam de mim, da minha resiliência. Não me vejo como exemplo, porque também tenho as minhas porcarias e as minhas guerras aqui nesta cabeça, mas não sinto essa pressão”, confidencia.

"Não me vejo como exemplo, porque também tenho as minhas porcarias e as minhas guerras aqui nesta cabeça, mas não sinto essa pressão"

sara norte
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Sara Norte “estava farta de estar em casa” e fez por si e pela sua conta bancária. “Não posso trabalhar só sete ou oito dias por mês, tenho de trabalhar todos os dias. Preciso de ter uma rotina, mesmo para a minha sanidade mental. E para a minha carteira, porque não sou rica. E não posso estar a depender do meu marido. Tenho 41 anos, preciso da minha independência financeira. Portanto, estou muito feliz. Já devia ter tomado esta atitude há mais tempo”, remata, orgulhosa.

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