Estrelas Do pedido de desculpas ao puxão de orelhas: Sara Norte volta ao Passadeira Vermelha após falar de Zulmira Garrido e Carolina Ortigão e explica polémica
Sara Norte tem estado debaixo de fogo desde que deu uma entrevista ao videocast ‘The Leite Show’ no último fim de semana. Num dos momentos da entrevista, a comentadora do ‘Passadeira Vermelha’ falou de Carolina Ortigão e Zulmira Garrido e assumiu que as dispensaria do programa num dos jogos propostos por Flávio Furtado. As declarações caíram que nem uma bomba nos bastidores da SIC. E, esta quarta-feira, 13 de maio, Sara Norte regressou finalmente ao formato e sentindo o ‘elefante na sala’ pediu a palavra para se explicar.
“Não fui obrigada a dizer nada, graças a Deus trabalho numa estação de televisão onde não há censura, em que somos livres de ter a nossa opinião”, começou por dizer, explicando que o podcast em que esteve é “humorístico” e que as respostas que deu quando lhe perguntaram quem despediria tiveram um propósito. “Nunca iria falar profissionalmente quem é que eu acharia, porque não tenho sequer capacidades. Acho que é feio. Fui pelo alguém que não precise. Não tenho nada contra as pessoas de que falei, fiz o mesmo que se calhar outras pessoas se fossem convidada iriam dizer, porque já o disseram aqui”, acrescentou.
"Expuseste o programa e expuseste duas pessoas que são realmente pessoas que te defenderam sempre"
Reiterando que se expôs nesta conversa e mostrou as suas fragilidades, foi interrompida por Liliana Campos que não hesitou em dar-lhe um ‘puxão de orelhas’. “Mas também expuseste o nosso programa Quando foi feito aqui entre nós, estávamos todos numa brincadeira. Num jogo. É completamente diferente numa entrevista de um podcast. Aquilo que tu, para mim, devias ter feito, sinceramente, dizias ‘ninguém, porque são todos importantes’. Mesmo que não o sintas, porque tu expuseste o programa e expuseste duas pessoas que são realmente pessoas que te defenderam sempre”, alertou.
A atriz não se deixou ficar e aproveitou para pedir desculpa publicamente a Carolina Ortigão. “Tenho que assumir as coisas, as pessoas erram e às vezes esticam-se. E depois, o Flávio perguntou-me ‘por essa ordem de ideias, também era a Zulmira’, porque a Zulmira nem sequer estava na minha boca. E eu respondi”, destacou. David Motta, que estava em estúdio e também esteve no dia em que a colega gravou o podcast aproveitou para garantir que o mesmo fora gravado muito antes do conflito que houve no ‘Passadeira Vermelha’ entre Sara Norte e a mãe de Lourenço Ortigão.
Em seguida, a comentadora lamentou que o assunto tenha tomado as proporções que tomou. “Acho que as coisas se falam, já que eu o fiz e fiz mal publicamente, acho que as coisas não podem ser resolvidas na esfera pública. Realmente quando tenho algum problema com alguém, agarro no telefone e digo ‘olha, não gostei disto e disto e disto’. É assim que eu pelo menos resolvo as minhas coisas. Não foi o que aconteceu. Lamento”, descreve. Aliás, ainda deixou no ar que tentou falar com as duas visadas mas que não foi bem sucedida. “As coisas passam e resolvem-se ou não. Neste momento da minha vida, e vou ser o mais sincera possível, preciso de paz na minha cabeça. Os últimos tempos não foram fáceis, eu estou-me a reerguer psicologicamente. São muitos anos de ‘Passadeira’, muitos anos em que sou o saco de boxe de muita gente e preciso de paz e tranquilidade”, destacou, lembrando que recebe “muitos comentários”, nem sempre bonitos. “Desejam-me a morte e etc... Sou de ferro, mas não sou invencível”, insistiu.
Mais uma vez, Liliana lembrou-a de que “às vezes as tuas espingardas não se podem virar para as pessoas que gostam de ti.” Entretanto também Hugo Mendes – que para além de comentador é coordenador do formato – alertou a colega e esta assegurou que nunca levaria a mal alguém que dissesse que ela devia sair do formato. “Fui muito prática e se calhar não devia ter sido”, defendeu
Em seguida falou-se ainda sobre a questão dos salários e por Sara Norte ter assumido que gostava que houvesse menos comentadores para receberem mais dinheiro. “Tem a ver com as fragilidades do programa, porque o programa não é a Santa Casa da Misericórdia. Não é só porque as pessoas precisam de dinheiro que vêm para aqui. Todos têm as suas valências e as suas competências”, explicou Liliana Campos. A colega percebeu o que ela disse e voltou a pedir desculpa às colegas visadas. “Não tenho memória curta, mas não tenho que deixar de dizer aquilo que acho”, rematou.
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