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Francesco Farioli
1/5 - Foto : Miguel Angelo Pereira/AP Francesco Farioli
Francesco Farioli, FC Porto
2/5 - Foto : Pedro Ferreira Francesco Farioli, FC Porto
Francesco Farioli, treinador do FC Porto
3/5 - Foto : José Gageiro/Movephoto Francesco Farioli, treinador do FC Porto
Francesco Farioli
4/5 - Foto : José Sena Goulão Francesco Farioli
Francesco Farioli, FC Porto
5/5 - Foto : Pedro Ferreira Francesco Farioli, FC Porto

Estrelas Francesco Farioli ia de blazer para a escola, ouvia música clássica e não esmoreceu com lesão que lhe matou o sonho: revelado o que não se sabia sobre o treinador campeão pelo FC Porto

06 de Maio de 2026 às 19:22
Técnico dos dragões não cresceu no mundo do futebol, mas o desporto-rei constituiu desde cedo uma das suas grandes paixões, como relatou Massimo, progenitor do italiano responsável pelo regresso dos azuis e brancos aos títulos
seguir:
Francesco Farioli
FC Porto
Farioli
Futebol

Hoje um nome incontornável do futebol nacional por ter devolvido o FC Porto aos títulos, Francesco Farioli nasceu na modesta localidade de Barga, na Toscânia, e cresceu em Montecatini, cidade com uma população de poucas dezenas de milhares de habitantes, com o pai, Massimo, pela mãe, Roberta, e com os avós com quem passava muito tempo, fruto do trabalho dos progenitores enquanto proprietários de um restaurante.

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Massimo relatou agora factos inéditos sobre a infância do técnico de 37 anos, . "A paixão do Francesco era ler e escrever. Escreveu muita poesia, até hoje continua. Mas a leitura sempre foi uma coisa maravilhosa para ele. A música que ele ouve vai desde Andrea Bocelli à mais moderna, gosta de clássica, sempre gostou do mundo da música, mas sempre gostou mesmo da escrita", conta, no primeiro capítulo deste projeto radiofónico.

Farioli não era, todavia, um rapaz como todos os outros. "Quando tinha oito ou nove anos, gostava de vestir um blazer e uma gravata e ia assim para a escola, talvez estivesse interessado numa rapariga. Todas estas pequenas histórias fazem perceber que tínhamos pela frente um miúdo que não era diferente, mas um pouco especial", relembra.

"Ele teve uma educação muito simples, sempre teve a cabeça no sítio certo, era um miúdo enteligente, mas porque vivia numa casa onde também viviam os avós. E quando cresces com os avós, cresces mais rápido do que os outros", denota Massimo Farioli, recordando a proatividade do técnico toscano: "Quando tinha dez anos, na festa da aldeia onde vivíamos, foi às associações pedir para ajudar, queria ser voluntário, e trabalhava como empregado de mesa. Ele não gostava muito de estar fechado em casa, gostava de ajudar os outros."

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No entanto, foi também de pequeno que cultivou o seu apreço pelo desporto-rei, onde acabou por trilhar um percurso de sucesso anos mais tarde. "Sempre foi apaixonado pelo futebol como o avô, que era adepto da Juventus, via todos os jogos, o futebol era a vida dele. O ídolo dele era o [Gigi] Buffon [histórico guarda-redes da Juventus]. O Buffon e o [Alessandro] Del Piero eram os jogadores que tinha em maior consideração."

"Quando ele era pequeno, levava-o ao hipismo. Sempre gostei de hipismo e queria ter um filho que gostava de andar a cavalo. Mas, quando tinha seis ou sete anos, ele disse-me que queria era ser guarda-redes", refere Massimo.

Foi nas balizas que começou mesmo uma carreira no futebol, tendo passado por dois modestos emblemas locais, Freccia Azzurra e Margine Coperta. Todavia, este percurso de sonho foi ceifado muito precocemente por um infortúnio e o desiderato de subir desde as divisões inferiores.

"Ele teve uma lesão grave no pulso e foi operado. A operação foi um sucesso e fê-la quando ainda era guarda-redes. Voltou a ter lesões porque jogar contra adversários na casa dos 30-35 anos e isso não era fácil enquanto guarda-redes", lamenta. O insucesso não se deveu a falta de compromisso, como o pai de Farioli descreve: "Ele nunca quis ter uma scooter, beber Coca-Cola ou vinho, o objetivo dele era tornar-se atleta profissional e foi o que fez."

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Foi nessa altura que decidiu pendurar as luvas e passar a ser formador, caminho que começou a trilhar no último clube que representou, o agora extinto Margine Coperta: "Jogar num clube pequeno na Toscânia não fazia muito sentido, e já que tinha a oportunidade de aprender e estar apto a treinar miúdos pequenos, isso acabou por ser uma satisfação."

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