Estrelas Mulher sustentou-o e fez de tudo para o ver brilhar: o duro percurso de Bruno Fernandes até fazer história em Inglaterra
Bruno Fernandes é já uma das glórias do Manchester United e entrou recentemente para a história do futebol inglês ao ser eleito o Jogador do Ano pela Associação de Jornalistas Ingleses. Aliás, é o terceiro português a alcançar esta distinção, depois de Cristiano Ronaldo, em 2007 e 2008 pelo Manchester United, e Rúben Dias, em 2021, pelo Manchester City.
Na hora de receber o troféu, o craque não esqueceu o seu percurso e falou sobre a importância da família na sua vida. Aliás, não é a primeira vez que Bruno Fernandes faz questão de enaltecer a importância que a mulher, Ana Pinho, e os filhos, Matilde e Gonçalo, têm no seu percurso e para atingir a glória.
Aliás, a companheira nunca o largou e já fez vários sacrifícios para o acompanhar nas diferentes aventuras no futebol, que já o levaram de Itália, onde jogou em Novara, Udinese e Sampdoria, até a um regresso a Portugal, no Sporting, e, finalmente, até Inglaterra.
"Ela chama-me à terra, sabe o que custou termos o que temos hoje em dia, os sacrifícios que tivemos de fazer. Para mim que segui o meu sonho, acabou por ser um bocadinho mais fácil, mas para ela, ter de sair do país, ter de viver sozinha, ter de fazer amigos em Itália, depois em Génova, depois em Inglaterra...", afirmou o futebolista no programa 'Soltinhos pelo Mundo', do canal 11.
De seguida, Bruno fez, neste âmbito, uma dedicatória a Ana: "Ela teve de mudar a vida dela repentinamente por minha causa, mas sempre lidou muito bem com isso. Para além de ser uma excelente mulher – estou sempre a dizer-lhe isso, apesar de ela não acreditar – é uma excelente mãe e eu nunca poderia ter pensado em algo melhor ou de outra maneira."
Curiosamente, na génese deste romance, os papéis eram bem diferentes. Ana Pinho já trabalhava como árbitra de futsal, enquanto Bruno não auferia qualquer rendimento no desporto-rei nesta luta por um lugar ao sol. Por isso, era Ana quem tinha de sustentar as despesas do casal nesse período. "Ela fazia três ou quatro jogos de seguida no sábado, e nós íamos sempre aos cinemas, aos domingos. Pessoalmente, não tinha muito dinheiro na altura, portanto, a Ana era quem pagava os meus bilhetes no cinema e o mesmo se aplicava aos jantares. Até na pizzaria, ela tinha de pagar", chegou a contar no 'The Player's' Tribune'.
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