Novelas Vitória: Sérgio e Henrique confirmam que Carolina matou Manuel e declaram guerra à mãe
A morte de Manuel (José Raposo) veio trazer uma grande reviravolta à trama da SIC. No dia do funeral, Sérgio (Afonso Pimentel) prometeu descobrir toda a verdade e vai conseguir a exumação do corpo. E a nova autópsia não deixa margem para dúvidas: houve mão criminosa e a hipótese de suicídio é completamente descartada. De imediato, o mais novo e Henrique (Albano Jerónimo) concluem que foi Carolina (Luísa Cruz) a autora do crime e lançam duras insinuações sobre a mãe.
Em casa, a vilã conversa com Margarida (Joana Santos) e manipula-a para ficar do seu lado. “Vocês pensam que sou de ferro e que aguento tudo: acusações, insultos... não pensam por um segundo como é que me sinto ao ver o corpo do teu pai profanado... Seja como for, eu também sinto... também é a minha família a ser destruída... vocês nem pensam no que sofro ao estar longe dos meus filhos, dos meus netos, viúva... Tu e os teus irmãos viraram-se contra mim quando a culpa de todo o mal que nos aconteceu é daquela Vitória. Se ela não tivesse feito a cabeça do Henrique...”, atira, com a filha a pedir-lhe que não diga tal coisa até porque está do lado da progenitora. “É uma injustiça muito grande, filha. Só queria acordar deste pesadelo que nos separou a todos”, continua a malvada.
Na manhã seguinte, as duas tomam o pequeno almoço quando Sérgio e Henrique aparecem com o resultado da autópsia. “Parece que o pai não se suicidou. A autópsia diz que o pai estava demasiado sedado para conseguir sequer agarrar numa arma”, afirma o mais novo. “Portanto, o pai foi drogado e a seguir foi executado. Soa-lhe familiar, mãe?”, prossegue o mais velho, virando-se de imediato para Carolina, que fica em pânico e tenta disfarçar. Margarida sai de imediato em sua defesa e a mãe quebra o silêncio, dirigindo-se ao marido de Vitória (Cláudia Vieira). “Eu não sou uma assassina. O teu pai sim, era. Matou-te, pelo menos durante cinco anos. E tu parece que também já mataste. Mas eu nunca teria o sangue-frio para o fazer”, solta.
A discussão instala-se, com Sérgio a insurgir-se ainda mais para a progenitora, que perde a paciência. “Do que é que vale esta autópsia? Tanto quanto a anterior que fala em suicídio. Vocês precisavam de sustentar a vossa tese, por isso fizeram uma autópsia à medida. Se calhar os mafiosos aqui são vocês, que conseguem profanar corpos!”, grita. “Jurei na campa do pai que ia fazê-la pagar pelo que fez. E vou. É a minha última oportunidade de merecer o respeito dele. A mãe perdeu o meu respeito quando começou a envenenar o pai. É uma assassina!”, riposta o gestor, saindo em seguida com o irmão. Não sem antes Margarida voltar a mostrar estar do lado da mãe. “E tu és cúmplice de uma assassina!”, finaliza Sérgio, indignado.
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