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Big Brother Big Brother: pais de Carolina Braga lutaram pela guarda da concorrente
Na sua Curva da Vida, Carolina Braga, a concorrente do ‘Big Brother 2025’, de 29 anos de idade, deixou pistas sobre um passado de violência e traumas familiares, mas escondeu alguns pormenores. "Havia muita violência física e verbal", assume, descrevendo a família paterna, o alegado foco dos problemas: "A família do meu pai é uma família com muito dinheiro, cheios de etiquetas e o que prevalecia era sempre o dinheiro e isso fazia-me sentir vazia."
Carolina salienta como pontos positivos que a avó Maria Ester lhe dava o colo e o irmão mais velho a levava à escola, mas o que realmente a marcou foram os supostos maus tratos da parte do avô Miguel de Sequeira Braga, Comandante de Mar e Guerra, entretanto falecido. A assistente dentária que se enamorou dentro da casa do ‘BB’ pelo brasileiro Diogo Bordin, de 37 anos, acrescenta: "O meu avô era oficial da Marinha, um ditador nato, maltratava a minha avó, o meu pai, os meus tios, e quando ele morreu não sei se chorei de tristeza ou propriamente de felicidade. O meu avô fez-me passar por situações que nenhuma criança merece passar."
A jovem nascida em Belém do Pará, no Brasil, revela ainda que a vida da mãe, Ana Lídia Tavernard, atualmente com 57 anos, foi um inferno, depois de se ter divorciado do pai, Filipe Braga, hoje com 63.
"A minha mãe mudou várias vezes de casa. Estive sem a ver. Tinha muitas saudades. Questionava-me várias vezes porque ela não me tinha levado a mim também e ao meu irmão", disse, avançando que mais tarde acabou por “fugir” com a mãe para o Brasil, em especial para fugir a um relacionamento tóxico e com alegada violência doméstica que terá vivido às mãos de um namorado.
A TV Guia consultou o registo de nascimento da concorrente e constata que, entre outubro de 2003 e fevereiro de 2008, ou seja entre os 8 e os 12 anos, os pais da criança lutaram um contra o outro no tribunal de Cascais pela titula dos filhos. O pai Filipe conseguiu em 2003 que a filha lhe fosse confiada, mas em fevereiro de 2008 nova sentença retirou-lhe esse privilégio da parentalidade.
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