Quem Quer Namorar com o Agricultor
Estrelas Estrela na novela da SIC, Noémia Costa revela drama que viveu como emigrante em Inglaterra
De volta a Portugal para dar vida a Prazeres, de 'Terra Brava', novela da SIC, Noémia Costa viveu dias difíceis como emigrante.
A atriz esteve 2 anos sem trabalho e foi obrigada a mudar-se para Inglaterra, onde foi trabalhar com pessoas com demência profunda. Em entrevista à revista TV Guia, diz que não chegou ao extremo de passar fome, mas recorda os dias difícies que viveu.
Agora diz-se "abençoada" com este papel na novela da sucesso da SIC.
A Noémia teve de emigrar aos 53 anos para sobreviver?
Sim, para me sustentar e pagar as minhas contas.
O que fez em Inglaterra?
Trabalhei com dementes profundos. Coloquei o meu currículo numa plataforma de empregos e fui aceite para trabalhar com pessoas com demência profunda. Fiz variadíssimas formações. Costumo dizer que de Inglaterra trouxe, além de uma lição brutal de vida, muitos certificados.
Estava no limite das necessidades básicas, como pagar a conta da água ou da luz, comprar comida, quando emigrou?
Se não tenho ido para Inglaterra, teria sido gravíssimo. Não passei fome, nada disso. Não me deixei chegar ao limite, mas, antes que isso acontecesse, fui à luta. Nós, atores, não temos direito a subsídio de desemprego, só o dever de pagar impostos.
Nunca perdeu a fé no regresso à sua profissão de atriz?
Nunca! Eu não via esta Terra Brava acontecer, mas nunca perdi a fé nela. Estou muito grata aos dois anjos que Deus colocou no meu caminho: o Adriano Luz e o Daniel Oliveira.
De volta a Portugal para dar vida a Prazeres, de 'Terra Brava', novela da SIC, Noémia Costa viveu dias difíceis como emigrante.
A atriz esteve 2 anos sem trabalho e foi obrigada a mudar-se para Inglaterra, onde foi trabalhar com pessoas com demência profunda. Em entrevista à revista TV Guia, diz que não chegou ao extremo de passar fome, mas recorda os dias difícies que viveu.
Agora diz-se "abençoada" com este papel na novela da sucesso da SIC.
A Noémia teve de emigrar aos 53 anos para sobreviver?
Sim, para me sustentar e pagar as minhas contas.
O que fez em Inglaterra?
Trabalhei com dementes profundos. Coloquei o meu currículo numa plataforma de empregos e fui aceite para trabalhar com pessoas com demência profunda. Fiz variadíssimas formações. Costumo dizer que de Inglaterra trouxe, além de uma lição brutal de vida, muitos certificados.
Estava no limite das necessidades básicas, como pagar a conta da água ou da luz, comprar comida, quando emigrou?
Se não tenho ido para Inglaterra, teria sido gravíssimo. Não passei fome, nada disso. Não me deixei chegar ao limite, mas, antes que isso acontecesse, fui à luta. Nós, atores, não temos direito a subsídio de desemprego, só o dever de pagar impostos.
Nunca perdeu a fé no regresso à sua profissão de atriz?
Nunca! Eu não via esta Terra Brava acontecer, mas nunca perdi a fé nela. Estou muito grata aos dois anjos que Deus colocou no meu caminho: o Adriano Luz e o Daniel Oliveira.
Leia a entrevista na íntegra na 'TV Guia' desta semana.
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