Estrelas Joaquim Monchique sofreu um enfarte antes do AVC e esteve entre a vida e a morte: como o ator escondeu um grande susto de saúde
Joaquim Monchique, de 57 anos de idade, viveu dias muito difíceis ainda a 20 de dezembro quando sofreu um AVC e foi internado de urgência. Este foi um grande susto de saúde, mas a verdade é que não foi o primeiro. E, se desta vez o assunto deu muito que falar e deixou o país inteiro apreensivo, em junho de 2025, o ator passou por um momento ainda mais complicado.
Até agora, este grande susto permanecia em segredo, mas, esta segunda-feira, 26 de janeiro, na primeira entrevista após o AVC, Joaquim Monchique fez um relato arrepiante sobre o que sofreu. “Em junho tive um enfarte, a coisa não se soube porque fui para uma instituição pública e o protocolo não permite que as coisas aconteçam [se tornem públicas]”, começou por dizer a Júlia Pinheiro no programa 'Júlia', da SIC.
"Estive dez dias nos cuidados intensivos, três dos quais em que não sei o que se passou. Os médicos estiveram à espera de [perceber] se eu ficava, ou se ia"
Desta forma, no verão, o ator sofreu então um enfarte que o deixou “dez dias nos cuidados intensivos.” “Três dos quais em que não sei o que se passou. Os médicos estiveram à espera de [perceber] se eu ficava ou se eu ia”, relatou.
Tudo começou quando sentiu uma dor no lado direito do peito. “O pré-desmaio é horrível, quero deitar-me no chão, tenho suor, calor... um mau-estar. Estive assim durante uma semana, a enfartar durante uma semana e o músculo rompeu”, acrescentou. Felizmente conseguiu chamar ajuda e foi levado para um hospital. Lá, acabou por ser operado por um médico espanhol que lhe pôs “uma válvula mecânica na mitral.”
Ainda em pleno hospital, ainda passou por outro susto. “Apanhei Covi. Puseram-me num quarto isolado em vidro, como estive três dias em que não sabiam se eu ficava ou se ia, quando o corpo acorda, foram três dias em que eu estava carregadíssimo. Depois de vir de uma anestesia geral fiquei num estado de ‘onde é que eu estou, onde é que eu fui?’”, recorda, lembrando que acordou “com os sentidos todos apuradíssimos.” “Estive três dias sem dormir, estive a ver operas no canal Mezzo, completamente alucinado”, prosseguiu.
Estes dois sustos marcaram um ano que Joaquim Monchique diz ter sido “horribilis”. “De repente, não tenho nada e, de repente, tenho tudo. Mas é assim a vida. Só que, no mesmo ano, um enfarte e um AVC é demais”, rematou.
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