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Estrelas Loucura sem limites. Fãs de Marco Paulo saltaram para cima de outros jazigos para se despedirem do cantor
As cerimónias fúnebres de Marco Paulo foram eventos muito concorridos, com milhares de fãs a dirigirem-se à Basílica da Estrela e ao Cemitério dos Prazeres, em Lisboa, nos dias 26 e 27 de outubro, para o derradeiro adeus ao cantor que apaixonou gerações com êxitos como 'Ninguém Ninguém' ou 'Maravilhoso Coração'. A enorme afluência acabou por gerar algum caos no local, obrigando mesmo à ação dos funcionários, fruto do descontrolo que se começava a verificar.
"Estiveram lá milhares de pessoas e, durante a missa, o padre teve mesmo de interromper algumas vezes e pedir calma. Toda a gente queria entrar na basílica, ouvir a missa, tocar no caixão... E no cemitério também não foi fácil", relata Pedro Silva, filho do irmão mais novo de Marco Paulo, à 'Nova Gente'.
"O espaço onde está o jazigo não é muito grande e havia uma grande aglomeração de pessoas. Algumas subiram para cima de outros jazigos ao lado e os funcionários do cemitério tiveram de intervir", acrescentou, dizendo que "houve momentos em que foi difícil manter a ordem".
"Houve momentos em que foi difícil manter a ordem"
"Foi complicado, mas as pessoas foram muito compreensivas e não houve nenhum problema. Correu tudo muito bem e claro que nós nos levamos a mal estas situações. É normal, o meu tio era muito amado, muito acarinhado, e as pessoas queria estar perto. Infelizmente, não podiam estar todas", concluiu o familiar do falecido artista.
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