Estrelas Tribunal esteve cinco meses sem garantir direitos da bebé de Marta Leite Castro
O tribunal de família e menores de Lisboa demorou cinco meses para ativar o processo de alteração da regulação das responsabilidades parentais do diplomata Pedro Perestrelo Pinto – ex-assessor de Paulo Portas, quando este foi ministro dos Negócios Estrangeiros –, que teve, há três anos, uma filha, Caetana, com a conhecida apresentadora da RTP, Marta Leite Castro, de 37 anos de idade.
O ex-casal volta a tribunal para ver alteradas as regras das responsabilidades parentais depois de o diplomata se ter mudado para a Representação Permanente de Portugal junto da Comissão Europeia, em Bruxelas, em finais de agosto de 2016. O tribunal só deu conta do facto cinco meses depois deu conta do sucedido, gerando um vazio legal na salvaguarda dos direitos da criança.
Em exclusivo à revista 'TV Guia', Marta Leite Castro tentou desvalorizar o facto, garantindo que "não existe nenhum problema com o pai da Caetana", e sublinhando que "seria indelicado e até desagradável falar sobre um assunto que é regulado automaticamente pelos tribunais quando os pais estão tranquilos em relação ao mesmo".
Segundo a mãe da pequena Caetana, "o mecanismo que agora foi ativado pelo tribunal é muito simples e visa, inclusive, proteger o pai, dando-lhe segurança legal porque trabalha fora de Portugal", questionou.
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