Estrelas Só tem uma hora para ir ao recreio e é sacristão na missa: a vida de Renato Seabra na prisão e como a fé o salvou depois de matar Carlos Castro
Tem como companhia alguns dos mais violentos criminosos dos EUA e está há 15 anos naquela que é considerada uma das piores prisões norte-americanas, mas Renato Seabra, que em 2011 matou e mutilou Carlos Castro, procurou seguir o caminho da paz e da fé. Foi pelo menos isso que o ‘Investigação CM’, da CMTV, noticiou sobre o jovem português que poderá sair em liberdade condicional em 2036.
Mas como é a vida do encarcerado Renato Seabra? Aos domingos, é sacristão na missa e é exemplar no que ao bom comportamento diz respeito, além de manter uma excelente relação com os guardas prisionais. A reportagem da CMTV dá ainda conta de que o período diário de reclusão, na cela, é de 23 horas, e que apenas durante uma hora Renato Seabra pode estar no recreio, onde convive com os restantes reclusos.
As questões de saúde mental têm, no entanto, sido uma constante na vida de Renato atrás das grades, ele que, com certeza, pelas condições em que está, terá de lutar diariamente para sobreviver e conseguir voltar à liberdade. Já teve vários surtos psicóticos, o que o leva a passar períodos na enfermaria.
Apenas em 2035 acontecerá a primeira audiência para que, eventualmente, seja concedida a liberdade condicional ao homem que matou Carlos Castro. Caso consiga, poderá regressar a Portugal em 2036. Renato tinha apenas 22 anos, menos 44 do que o cronista social, que quanto cometeu o bárbaro assassinato.