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Carina Rodrigues
Fanny, Carina Rodrigues

Estrelas KikoisHot expõe quanto é que os influencers como a irmã de Fanny Rodrigues estarão a receber para promover casinos ilegais

05 de Fevereiro de 2026 às 17:46
A irmã de Fanny Rodrigues está entre os nomes expostos pelo influencer que estarão a promover sites de jogos de apostas não licenciados em Portugal

O conhecido influencer KikoisHot expôs nas suas redes sociais a proposta que recebeu de um casino ilegal online estrangeiro para promover o site de apostas aos seus seguidores.

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A pessoa que o contactou começa por nomear vários outros influencers com quem já trabalham, entre os quais Carina Rodrigues, a irmã de Fanny Rodrigues. De seguida, afirma que pagam entre 100 e 5000 dólares, dependendo do número de visualizações. Depois de KikoisHot ter enviado o seu historial de estatísticas, a mulher ofereceu-lhe... 3000 dólares. "3000 dólares são 2500 euros... por um story", começou por dizer.

"Obviamente que não tremi as minhas morais em relação a isto e os meus valores estão muito definidos. Eu sei que influencio pessoas e portanto usar a minha influência para divulgar uma coisa que eu sei que destrói vidas, era uma coisa [com] que eu não me iria sentir bem à noite", explicou.

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Em Portugal, apenas entidades licenciadas pelo Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos estão autorizadas a explorar jogos e apostas online. Ora este 'SlotLair' que abordou KikoisHot não consta da lista das entidades licenciadas do site oficial do SRIJ.

De recordar que, em 2024, 16 influencers portugueses foram alvo de uma queixa-crime pela Associação Portuguesa de Apostas e Jogos Online (APAJO)... incluindo Carina Rodrigues, que parece indiferente à situação.

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Além de Carina, também foram visados a sua irmã, Fanny Rodrigues, Sofia Sousa, Bernardina Brito, Helena Isabel, Rui Pedro Figueiredo, Francisco Monteiro, Isabela Cardinalli, Catarina Miranda ou Jéssica Antunes, entre outros.

Ricardo Domingues, presidente da APAJO, destacou que estas figuras usam a influência que têm para iludir os consumidores.

Na altura, a APAJO, garantiu "não parar até que o combate ao jogo ilegal seja priorizado pelo estado e sociedade civil em Portugal, e que esteja criada a necessária consciencialização no espaço público e nos media dos riscos para o consumidor".

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