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Estrelas O que levou a PJ a mudar o rumo da investigação ao desaparecimento da filha de Delfina Cruz

23 de Janeiro de 2026 às 10:54
Maria Custódia Amaral está desaparecida desde segunda-feira e o cenário de “sequestro e roubo” ganha força. Entenda porquê
seguir:
Tiago Henriques
Marial Amaral
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PJ
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À medida que o tempo passa, multiplicam-se os apelos para encontrar Maria Custódia Amaral, de 54 anos de idade. A filha da malograda atriz Delfina Cruz está desaparecida desde segunda-feira, 19 de janeiro, e a Polícia Judiciária [PJ] já se encontra a investigar o caso.

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Segundo avança o ‘Correio da Manhã’, foi um telefonema anónimo recebido na quarta-feira, 20 de janeiro, pela GNR da Lourinhã que levou a mudar o rumo da investigação. Aquela instituição contactou de imediato a PJ de Lisboa, que entregou o caso à Unidade Nacional de Contraterrorismo [UNCT] e que já começou a recolher provas.

Neste momento, os inspetores preparam-se para reconstituir os últimos passos dados por Maria Custódia Amaral e os contactos que manteve nas horas antes de desaparecer. Para isto contribuem também os depoimentos recolhidos ainda pela GNR junto de pessoas próximas da agente imobiliária que lhes permitiram chegar à conclusão de que não teria motivos para desaparecer por iniciativa.

Deste modo, o cenário de sequestro e roubo é um dos analisados pelas autoridades, embora nenhuma hipótese esteja descartada.

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Importa recordar que, na noite desta quinta-feira, 22 de janeiro, na CMTV, Tânia Laranjo revelou que foi o namorado da filha de Delfina Cruz que denunciou o desaparecimento e, no seu depoimento, ter-se-á referido a um carro que a companheira “teria comprado recentemente.” “Teria tido umas ameaças na sequência [da compra] desse carro”, aponta.

Ainda assim, segundo a jornalista, esta “é uma tese que foi seguida pela polícia, mas que para já não será a mais consistente.” “[A mais consistente] Será a de que Maria tinha sido levada por alguém, ou raptada, ou sequestrada, ou que lhe tivessem feito mal [...]. É isso que está a ser investigado”, afiança Tânia Laranjo.

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