Estrelas Já são conhecidas as medidas de coação do suspeito de matar Maria Amaral e estas são as justificações que deu ao juiz para cometer o crime
Dois dias depois de ser preso, José, de 35 anos de idade, o homem que confessou ter tirado a vida a Maria Amaral, de 54 anos de idade, foi ouvido por um juiz esta segunda-feira, 2 de fevereiro, no primeiro interrogatório judicial, que decorreu no tribunal de Loures. E as medidas de coação foram conhecidas ao final da tarde: vai aguardar julgamento em prisão preventiva.
Segundo avança a CMTV, o principal suspeito deste crime terá assumido que estaria obcecado com a vítima, todavia, alegou que a morte foi acidental. Aliás, justificou mesmo que limpou a sua casa e enterrou o corpo com pânico de ser apanhado pelas autoridades. Todavia, a tese não terá convencido o juiz, que decidiu que ficasse em prisão preventiva enquanto as autoridades vão continuar a investigação “com vista ao cabal apuramento das circunstâncias em que o crime ocorreu”.
José deixou as instalações do tribunal pelas garagens, num carro descaracterizado e, enquanto passava junto à comunicação social presente tapou o rosto com as mãos para não ser reconhecido.
Importa recordar o que já se sabe sobre este crime macabro. Naquela manhã de segunda-feira, 19 de janeiro, a filha de Delfina Cruz saiu “de casa com o namorado, vai tomar o pequeno almoço a um café, isto na Lourinhã. Vai levá-lo a casa e, em seguida, vai na direção de Paço, freguesia de São Bartolomeu dos Galegos, onde vai angariar uma casa. Ia buscar a documentação para tratar da angariação para fazer a sessão fotográfica dias depois”, começou por explicar Luís Maia no 'Casa Feliz' desta segunda-feira, 2 de fevereiro..
Desde este momento, “mais ninguém a viu.” Maria Custódia Amaral terá saído do local “por volta do meio dia e meia” e há registos de uma última localização do telemóvel nas Caldas da Rainha. Porém, foi a descoberta do carro junto aos bombeiros de Peniche, na quinta-feira, 29 de janeiro, que fez com que as autoridades acedessem às imagens de videovigilância e desfizessem, finalmente, o mistério. “Percebe-se que, no próprio dia, 19 de janeiro, o carro foi ali deixado por uma pessoa, que vai a pé até à estação dos autocarros e apanha dali um autocarro para casa. E onde é essa casa? Em São Bartolomeu dos Galegos, na localidade de Paço”, acrescentou Luís Maia, concluindo: “O suspeito, que já foi detido pela Polícia Judiciária, é afinal o proprietário da casa que ela ia vender.”
A ligação da filha de Delfina Cruz a José era bastante antiga. “O suspeito que foi detido chegou a ser inquilino de Maria Custódia Amaral aqui há uns anos, ele e a mulher viveram no anexo da sua casa, anexo esse que costuma estar alugado”, justifica. Não há, todavia, mais detalhes sobre o que terá levado a este crime.
Segundo as conclusões a que o repórter da SIC teve acesso, o homicida terá cometido então este crime “à luz do dia” e em cerca de três horas. “Foi tudo feito entre o meio dia e as três da tarde. Ele conseguiu matá-la, tentar limpar a casa - não muito bem, porque a judiciária encontrou lá vestígios de sangue – conseguiu levá-la até à Lágoa de Óbidos e enterrá-la no areal. E conseguiu deixar o carro diante aos bombeiros de Peniche. Note-se que da casa dele até à Lagoa de estamos a falar de cerca de meia hora de caminho, daqui até aos bombeiros de Peniche estamos a falar de mais meia hora de caminho”, concluiu ainda.
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