Estrelas Tudo em pratos limpos: O motivo para Renata não ter ido reconhecer o corpo de Maycon e o ataque aos amigos que criaram a teoria de um crime
Vinte dias após a tragédia, Renata Reis tenta seguir com a sua vida. Mas não tem sido nada fácil para a influenciadora digital reerguer-se após a morte de Maycon Douglas naquela madrugada de 31 de dezembro. O corpo só viria a dar à custa uma semana depois, a 7 de janeiro, mas a ex-concorrente da ‘Casa dos Segredos 8’ nunca desistiu de encontrar o ex-companheiro.
Foi precisamente o momento em que surgiu a pista fulcral para este caso que ainda hoje permanece na memória de Renata. A rapariga estava na Nazaré quando apareceu o corpo e, até então, sentia-se em “negação”. “Foi duro mover-me sozinha ou acreditar que não era real, não fazia sentido aquilo estar acontecer, era uma mentira. Para mim não era possível. Foi duro”, começa por referir à revista ‘TV7 Dias’.
Durante todos aqueles dias, “sempre fui muito racional para conseguir ajudar.” “Ninguém quer saber se nessa altura estamos frágeis, racionais ou a ser levados pelas emoções. As pessoas julgam as nossas atitudes e não querem saber em que momento estamos. Estive muito racional, não me deixei ser conduzida pelas emoções, o que também me estava a preocupar, porque este conjunto entre 'porque é que eu estou em negação e não estou a chorar e porque é que eu estou tão racional e não estou a sentir, para mim foi assustador. É o medo do desconhecido. Não sei se do nada cai-me a ficha e se vou aguentar”, prossegue.
"Sabia que era importante para mim e que faria sentido ir [reconhecer o corpo], mas ao mesmo tempo tenho um amigo [Marcelo Palma], em quem confio, e que conhece da mesma forma e com proximidade, então achei que não precisava de ir"
A maiata não quis ir reconhecer o corpo de Maycon Douglas. E há um motivo para isso: “Sabia que o Marcelo [Palma] ia, porque foi ele quem fez o funeral. Eu sabia que era importante para mim e que faria sentido ir, mas ao mesmo tempo tenho um amigo, em quem confio, e que conhece da mesma forma e com proximidade, então achei que não precisava”, justifica, insistindo: “O que o Marcelo me iria dizer, iria ser o suficiente para eu acalmar o meu coração ou as minhas dúvidas. Mas de resto não quero dar mais informações.”
Estes dias têm sido muito complicados, mas ainda durante o período de instabilidade e em que aguarda por respostas, houve outro momento que a marcou. Tudo aconteceu quando dois amigos de Maycon levantaram uma tese de crime em declarações à TVI. “Fiquei mesmo muito chateada porque eu só queria proteger as pessoas próximas do Maycon, como a mãe e a família. De repente, estavam dois amigos a expor toda a gente”, acusa.
Por fim, ainda ainda acrescenta: “É normal terem dúvidas, eu também as tinha e achava que certas coisas tinham de ser investigadas até à exaustão. Quando nós gostamos de alguém, a mínima coisa, nós olhamos e pensamos que tem de ser investigado. Eu já estava a tratar disso com as entidades competentes, a falar com esses amigos e a dizer o que já tinha feito. Era uma questão de tempo. Ir para a televisão era a minha última opção, tentei fazer as coisas de outra forma para não pôr em causa os mais chegados, porque se o Maycon estivesse cá, não ia gostar nada que estivessem a falar da mãe dele daquela forma”, remata.
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