Estrelas “A minha mãe do coração”: A despedida arrepiante da familiar que nunca desistiu de encontrar Maria Amaral e que não aceita a sua morte
Durante 12 dias, amigos e familiares de Maria Amaral acreditaram num desfecho feliz para este desaparecimento. No entanto, o pior cenário confirmou-se: a filha de Delfina Cruz foi assassinada e abandonada na Praia de Óbidos. Agora é tempo de fazer o luto e Mariana Ribeiro, sobrinha do coração da agente imobiliária, e que desde o primeiro dia lançou apelos para a encontrar já quebrou o silêncio numa mensagem arrepiante.
Na rede social Facebook, a modelo admitiu que foram “12 dias agarrada à esperança, 12 dias de dor, de medo e de sofrimento” e durante os quais, apesar de tudo, acreditou que a iria “voltar a abraçar”. Por isso mesmo, quando soube da morte da tia “o mundo parou.” “A vida perdeu o sentido. Nada faz sentido desde então. Não consigo aceitar. Não consigo compreender como alguém te pôde tirar de nós. Só te queria aqui comigo. Não pedia mais nada”, pode ler-se.
"Não consigo compreender como alguém te pôde tirar de nós. Só te queria aqui comigo. Não pedia mais nada"
Visivelmente emocionada, Mariana garante que Maria Amaral não era apenas sua “tia”. “Eras a minha mãe de coração. Eras colo, eras força, eras casa. Só nós sabíamos o amor que existia entre nós, um sentimento puro, profundo, que não precisava de explicação”, descreve. Por isso, agora, está sem saber o que pensar do futuro. “Vais fazer-me uma falta que dói no corpo. Vai doer não te ligar, não ouvir a tua voz. Vai doer não ter as nossas conversas longas, os nossos desabafos, os silêncios que diziam tudo. Vou sentir falta da tua alegria contagiante, da tua vontade de viver, de viver como se não houvesse amanhã, porque tu sabias viver”, adianta.
Em seguida, acrescenta que se sente vazia. “Não sei como, nem quando, vou conseguir dizer ao nosso Louri que já não estás entre nós. Só de pensar, o coração despedaça-se. Vai ser um dos maiores desafios da minha vida”, explica.
Apesar de toda a dor, Mariana faz questão de deixar uma promessa à malograda tia: “Enquanto eu respirar, tu vais viver em mim. No amor que me ensinaste, na força que me deixaste, e em cada lembrança que o tempo nunca vai apagar. Descansa em paz, minha tia, minha mãe. O meu amor por ti é eterno”, remata.