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Catarina Furtado alerta para burla com a sua imagem
Catarina Furtado
Foto: Instagram
Catarina Furtado

Estrelas A justificação de Catarina Furtado após queixa por violação de lei eleitoral e o que pode acontecer à apresentadora se o caso for parar ao Ministério Público

10 de Fevereiro de 2026 às 09:14
Comissão Nacional de Eleições está a avaliar a abertura de um processo contra a estrela da RTP depois de esta ter partilhado um testemunho que deu que falar no dia da segunda volta das Eleições Presidenciais. Entenda os cenários que estão em jogo

Catarina Furtado, de 53 anos de idade, está debaixo de fogo. E tudo acontece depois de ter partilhado este domingo, 8 de fevereiro, um vídeo em que refletia sobre a importância do voto em dia de eleições presidenciais e em que, sem qualquer referência a nomes ou partidos políticos deixava a sua posição. Este assunto gerou uma grande corrente de comentários e houve mesmo uma queixa junto da Comissão Nacional de Eleições (CNE), avança o

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De acordo com a referida publicação, a entidade considerou que existiam indícios de que o vídeo poderia referir-se a uma propaganda eleitoral. Como é habitual em situações como estas, Catarina Furtado já foi consultada e terá informado que “não era a sua intenção” qualquer propaganda eleitoral. Entretanto, e para evitar mais problemas, o vídeo já saiu da página de Instagram da apresentadora, mas isso não significa que o processo não possa avançar.

O caso segue agora para os serviços jurídicos, que vão avaliá-lo e poderá vir a ter em seguida “um processo para apreciação do plenário, através da Comissão Nacional de Eleições”, refere ainda o ‘Correio da Manhã’.

Há ainda dois cenários em cima da mesa, segundo explicou fonte da CNE à referida publicação. Por um lado, poderá ser arquivado. Mas, se for considerado que “há fortes indícios” de propaganda no dia eleitoral, o assunto remete-se ao Ministério Público (MP), que “a partir daí fará a análise do processo” e dará a sua sentença. Ainda de acordo com informações da CNE, quem fizer propaganda no dia e na véspera das eleições "é punido com pena de prisão até seis meses e multa de 2,49 a 24,94€".

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