Estrelas Filho de Maria Amaral nunca aceitou a ligação da mãe com o homem que a matou: o que faltava contar sobre o caso que chocou o País
Maria Custódia Amaral e José, o assassino confesso da filha da atriz Delfina Cruz, viviam a umas curtas ruas de distância e não eram desconhecidos, uma vez que se tratava de um amor antigo, com quem esta manteria uma relação pontual, que recebia uma opinião de desaprovação por parte do filho da vítima.
"Não eram namorados, aliás, este homem teria também uma namorada, mas havia uma comunicação entre os dois ocasional", revela, à TV Guia, uma fonte, acrescentando que, no passado, teriam mantido um relacionamento amoroso, mas que não era vista com bons olhos pela família de Maria Amaral, com os dois a passarem a encontrar-se longe dos olhares indiscretos.
"O filho não aceitaria muito bem esta relação, além de que o homem tem um perfil problemático, com ameaças a pessoas, já tinha algum historial. Por isso, haveria uma cautela nestes encontros para que não fossem descobertos", acrescentou a mesma fonte, justificando este pé atrás do descendente de Delfina Cruz sobre esta ligação.
Recorde-se que o funeral de Maria Custódia Amaral aconteceu nesta segunda-feira, dia 9 de fevereiro, 22 dias depois da data do seu desaparecimento, que, de acordo com as conclusões da Polícia Judiciária, foi também a data da sua morte.