1.ª Companhia Da ansiedade com a gravidez à rejeição dos colegas: os dias difíceis que levaram Noélia às lágrimas na 1.ª Companhia
E, de repente, passaram-se seis semanas desde a estreia da ‘1.ª Companhia’. Desde a estreia que Noélia Pereira, de 39 anos de idade, se tornou uma protagonista, todavia ainda não teve uma semana de descanso. É que foi nomeada em todas as galas do reality show, algo que a tem deixado cabisbaixo.
Esta segunda-feira, 9 de fevereiro, a algarvia foi-se abaixo e acabou por desabar em lágrimas. Numa altura em que continua sob forte pressão, Noélia já fez o teste de gravidez para despistar uma eventual gestação. Mas continua na esperança de conseguir engravidar, como partilhou numa conversa com Joana d’Arc. “Ainda não me apareceu período nenhum. Desde que deixei de tomar a pílula, nunca mais me apareceu nenhum. Deixei de tomar em dezembro. É o organismo a reagir”, começou por admitir. Em seguida, lembrou a conversa que teve com a enfermeira: “Ela disse que era normal, podia acontecer o corpo habituar-se. Vou daqui e é o que Deus quiser”, soltou, garantindo que não ia desistir de engravidar quando saísse da base militar.
"Não gosto de chamar à atenção e que os colegas paguem por mim. Mas às vezes dá-me uma branca"
Depois deste desabafo, e numa instrução com os colegas, ficou lavada em lágrimas, para além de não ter conseguido concluir uma prova de escalada. “Não estou a conseguir controlar o sistema nervoso, meto-me a chorar o tempo todo”, lamentou, em conversa com Filipe Delgado, reiterando que não quer chorar nem que “ninguém tenha pena de mim.” “Não gosto de chamar à atenção e que os colegas paguem por mim. Mas às vezes dá-me uma branca”, afirmou.
Já à noite, em conversa com Maria Botelho Moniz explicou que tem tido muitas dores nos braços e que as últimas duas noites não conseguiu descansar bem. “Tudo isso mexe, não estou a conseguir controlar o meu emocional”, atirou, explicando que o facto de estar mais uma vez em risco de expulsão contribui para esta situação.
Ainda assim, e questionada pela apresentadora se fica triste por os colegas a nomearem sempre, foi peremptória: “Não posso questionar as decisões deles, cada uma escolhe o que tem de escolher. Só posso mandar nas minhas decisões, não nas dos outros. Às vezes tento controlar o meu emocional, mas não consigo”, confidenciou.
Apesar de todo, terminou a garantir que se sente bem, apenas está “mais ansiosa” em alguns momentos e que é algo normal. “Estou bem, aguento tudo, só quero é ficar cá. Estou cá para aprender, não tenho de ter vergonha”, rematou.
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