1.ª Companhia EXCLUSIVO. Kina obrigada a faltar à final da 1.ª Companhia depois de “fazer as pazes” com o reality show: os motivos para a ausiência da recruta
Depois da tempestade, vem a bonança. Já o diz a sabedoria popular e Kina, de 63 anos, que o diga. A estilista foi expulsa da ‘1.ª Companhia’ uma semana após a estreia e viveu dias muito difíceis. Aliás, na hora do adeus, teceu duras críticas à produção do programa. Todavia, em um mês tudo mudou e a ex-recruta, que inicialmente até tinha garantido que nunca mais iria a uma gala do formato, mudou de ideias e voltou.
Este domingo, 15 de fevereiro, teve mesmo até direito a ir à base militar reencontrar os colegas. Em exclusivo à TV Guia não esconde que foi um momento que a emocionou. “Cheguei relaxada, tudo o que tinha de acontecer, já aconteceu. Vim de outra maneira, estive relaxada. Foi bom reviver tudo aquilo e voltar”, começa por afirmar.
Hoje, Kina assume que “não” entrou bem no programa e que os fatores externos a prejudicaram, desde logo a morte repentina de um familiar. “Uma pessoa sente isso, estava triste, não estava bem, aconteceram coisas que não achei bem. Hoje entendo, mas naquele momento tudo estava mal para mim. Hoje, ter estado ali novamente com os instrutores, com os meus colegas, ver como lutam pelos sonhos deles, foi muito especial. No final, somos apenas crianças com muitos sonhos”, descreve.
"O que é bom é que Deus não nos fez assim tão perfeitos e somos capazes de fazer um reset, perdoar e entender. Falhamos, erramos e podemos corrigir. Foi o que fiz"
Por tudo isto, foi bom voltar e “fazer as pazes”. “O que é bom é que Deus não nos fez assim tão perfeitos e somos capazes de fazer um reset, perdoar e entender. Falhamos, erramos e podemos corrigir. Foi o que fiz”, prossegue.
Apesar de toda esta alegria, Kina não vai conseguir marcar presença na grande final do reality show, que se realiza já na sexta-feira, 20 de fevereiro. “Vou estar fora de Portugal, no estrangeiro. Estou a trabalhar num projeto que quero levar adiante de ajudar pessoas e isso leva-me a ir além fronteiras”, adianta, explicando que não tinha como mudar a viagem. “Quando meto uma coisa na cabeça, sou muito persistente. Calhou ser exatamente o dia em que é a gala final, ponderei entre uma coisa e outra. Neste caso seria o terminar de algo e a outra o começar algo de muito especial na minha vida. Teve de ser.”
Quanto ao vencedor, não quer apelar ao voto em nenhum dos finalistas. “Sei que Portugal vai saber escolher com o coração, porque somos emotivos e o que nos move é o coração. Não vale a pena destilar ódio, nem nada, no final votamos com o coração. Muito de nós que não pertencemos a teams, acredito que saibamos diferenciar e escolher”, remata.